Blog do Santinha

Crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre o Santa Cruz Futebol Clube, o Santinha, e a torcida coral.
Arquivo de 7 de outubro de 2005

Máfia do apito: telefone e endereço

1) O gol de Reinaldo no primeiro tempo foi absolutamente legal. Ele não estava impedido por 1,5 metro;

2) No segundo tempo, Leonardo foi puxado e derrubado dentro da área. Pênalti escandaloso

3) O número 3 do Santo André deu uma senhora mãozada em Elvis e escapou com um amarelinho.

Considerando esses fatos relevantes, informamos o telefone e endereço do juiz ladrão William Marcelo Souza Nery, que apitou o jogo contra o Santo André:

rua Fernando Esquerdo, 209 - bairro Maria da Graça - CEP: 20785-370
Rio de Janeiro - RJ

O telefone do sujeito é 21-2228-1725.

Quando bons profissionais trabalham corretamente merecem receber telefonemas e telegramas de congratulações pela competência.

Lembramos que esse é um Blog de torcedores movidos por ódio, paixão e amor.

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Bar de tricolor é o Garraffus!

Recife, 7 de outubro de 2005.

(Um pouco de merchandising, que ninguém é de ferro)

Amigos, poucos bares no Recife oferecem isso nos dias de jogo do Santinha:

1. Telão;
2. Uma TV 29 polegadas de apoio;
3. CD “O Veneno da Cobra”, para ir esquentando a tricolozada;
4. Gols do Santinha, em CD;
5. Cerveja gelada;
6. Presença da “Sanfona Coral”.

Diante do exposto, só resta mesmo convocar a massa tricolor para assistir a classificação hoje, no bar mais tricolor do Recife.

Além disso, um dos sócios, Samarone Lima, é um dos responsáveis por este blog, junto com o também tricolor Inácio França.

Todos ao Garraffus, caralho!

Rua Conselheiro Nabuco, 21 (Casa Amarela).
Indo pela Estrada do Encanamento, entre à direita no segundo sinal (Picanha do Vavá), e depois, entre na segunda à direita.
Fone: 3269.6769

Ps. será fácil identificar o bar: uma imensa faixa da “Sanfona Coral” estará dependurada na entrada.

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O quase desconhecido hino oficial

O HINO OFICIAL

Os Irmãos Valença (João e Raul) ficaram nacionalmente conhecidos por causa da polêmica envolvendo o plágio de sua música, rebatizada de O Teu Cabelo Não Nega, por Lamartine Babo (nesse caso, o grande compositor carioca, autor dos hinos de quase todos os clubes do Rio, virou Lalau). Mas a dupla tem outros sucessos imortais no cancioneiro carnavalesco do Brasil, canções como Um Sonho que Durou Três Dias ou Saudade (Há nesses dias de sonho / Tantos semblantes risonhos /Por toda parte há gargalhada / O canto alegre da mascarada (…).

Tricolores, os irmãos Valença dedicaram ao clube a música que se tornaria o hino oficial, nosso hino nacional tricolor, que deveria ser mais conhecido nas Repúblicas Independentes do Arruda. A letra, que tem aquele certo rigor formal da oficialidade, tem uma metáfora maravilhosa para descrever o nosso orgulho maior, que é torcer pelo clube do povão, é fazer parte da multidão que vale ouro. (texto de Júlio Vila Nova)

HINO DO SANTA CRUZ

Nos anais, nos calendários
Fiquem sempre por lembrança
Teus lauréus extraordinários
De bravura e de pujança

Nos esportes, tua História
É o orgulho a que faz jus
Este símbolo de glória
Que é teu nome, Santa Cruz

Uma voz proclama e canta
É a voz das multidões
Santa Cruz, querido Santa
Campeão dos campeões

Essa multidão tamanha
Gente pobre que te aclama
Lembra o ouro que se apanha
Nos cascalhos e na lama…

Esse ouro é sangue, é vida
É delírio, é raça e amor
A bandeira tão querida
A bandeira tricolor

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