Santa Cruz, clube de todas as cores
A campanha contra os gritos racistas de parte da torcida tricolor, idealizada pelo leitor exilado em Barueri-SP, Allan Robert, e lançada pelo Blog do Santinha recebeu o reforço imediato e incondicional do pessoal da Coralnet (www.coralnet.com.br), do blog Metiopé (www.metiope.blogspot.com) e do site Tricolor PE (www.tricolorpe.cjb.net).
Mesmo com as medidas apresentadas pela CBF para tirar pontos dos clubes com torcidas racistas, durante a partida contra o Figueirense alguns torcedores das sociais macaquearam os alvirrubros e repetiram a babaquice do uh uh para ofender o bandeirinha. Recomendamos a esses sócios que rasguem seus cartões preto-branco-e-vermelho e se dirijam à avenida Conselheiro Rosa e Silva para se filiar ao clube branco (do açúcar dos senhores de engenho) e vermelho (do sangue dos escravos e canavieiros). Afinal, os racistas são eles.
Acima, logomarca antiracista capturada na web pelo leitor que se identificou como Adailton, morador de Candeias, em Jaboatão.
11 comentáriosBastidores do Arruda

Zada, o mais respeitado, pode ajudar a unir o grupo
Por demência dos editores, algumas informações confirmadas pelo Blog do Santinha durante a apuração do material sobre o racha no elenco acabaram ficando de fora do texto publicado ontem. Resolvemos publicar abaixo no formato de três pequenas notas:
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O meia Zada pode desempenhar fora de campo o mesmo papel que costuma exercer nos gramados: equilibrado e inteligente, pode funcionar como ponto de equilíbrio e aparar as arestas do elenco. Em 2005, conquistou o respeito dos colegas por causa da sus disposição de “jogar para o time” antes e depois do apito do árbitro.
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O antipático boicote à Imprensa durante os dias de decisão do campeonato foi invenção do zagueiro Carlinhos Paulista. Autoritário, ele chegou a gritar com alguns companheiros para impedi-los de conversar com os repórteres após o jogo na Ilha do Retiro. O técnico Giba acabou levando a culpa pelo fato de ter decidido isolar os jogadores na tentativa, inútil, de contornar as rachaduras do grupo.
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A cena descrita a seguir aconteceu numa sala da diretoria do Santa Cruz, no estádio do Arruda, durante as negociações que definiram a vinda de Thiago Gentil: depois de rasgar elogios ao atacante, seu empresário, o execrável José Luiz Galante, queixou-se dos R$ 1.500,00 oferecidos pela diretoria a título de auxílio-moradia. Segundo o nocivo Galante, o valor “era muito pequeno e não dava para alugar nada no Recife”. Um dirigente argumentou que o maior auxílio-moradia do elenco era de Marcos Brito, que recebia R$ 1.200,00 porque tinha cinco filhos e precisava morar num apartamento maior. Tubarão acabou ficando com os R$ 1.500,00 para morar num senhor apê em Boa Viagem com a mulher e o único filho
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Imaginem o que é sustentar cinco filhos com um futebolzinho tão mixuruca como o de Marcos Brito…
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