O Santa na Imprensa (22 de agosto)
No Jornal do Commércio, a preocupação é com o juiz.
Além dos três desfalques (o volante Wilson Surubim e os meias Washington e Zada, todos suspensos pelo terceiro cartão amarelo), outra coisa anda tirando o sono do técnico Maurício Simões para o jogo contra o Santos, no Arruda, às 22h de amanhã. Segundo ele, os árbitros têm errado constantemente contra os tricolores. Para exemplificar, citou o gol do zagueiro Roger, do Fluminense, que recebeu a bola dentro da área, em posição legal, e fez 1×0 para os cariocas, no último domingo. O treinador reclama que o lançamento teve a intensão de encontrar o atacante Tuta. Impedido, o atleta não se encontraria em posição passiva, como constatou o árbitro Jamir Garcez.
“Isso não existe. Tuta participava do lance. A bola foi em sua direção. Já era para ter sido configurado o impedimento. Mas ele foi se saindo, Roger entrou na posição correta e fez o gol”, explicou.
De tanto ver e ouvir reclamações de técnicos de renome, à frente de grandes clubes do Brasil – como Vanderlei Luxemburgo, do Santos, e Emerson Leão, do Corinthians –, o treinador coral admite que esse tipo de ação só trás benefícios aos mais famosos. “Quando vamos jogar fora, os árbitros não deixam que eu fale nada. Já os técnicos dos clubes tidos como grandes deitam e rolam. Essa pressão, jogo após jogo, faz com que os juízes trabalhem sob forte pressão, prejudicando os times menores”, diz.
A Folha de Pernambuco especula uma contratação internacional:
Não é de hoje que o Santa Cruz vem sentindo a falta de um meia que faça a ligação com o ataque. Desde o início do Campeonato Brasileiro da Série A, o Tricolor vem procurando um jogador para essa função que já foi de Zada, antes da Copa, e de Washington e Edson Di após a parada para o Mundial.
Como nenhum desses atletas conseguiu convencer na posição, o Santa Cruz passou a procurar um novo jogador para ela. O técnico Maurício Simões confirmou a pretensão de trazer um meia e ainda revelou a necessidade de contar com mais um atacante, já que César (trazido por Valdir Espinosa) teve a sua dispensa anunciada ontem. Ele não deu maiores detalhes sobre as negociações, mas deu a entender que esses jogadores viriam de fora do Brasil. “Estamos trabalhando para trazê-los o mais rápido possível”, garantiu.
Segundo a diretoria coral, porém, o pedido do centroavante ainda não foi feito por parte do treinador. “A princípio, ele (Maurício Simões) nos passou apenas o nome de um meia”, afirmou o diretor de futebol Romero Jatobá Neto. “Por enquanto, ele só falou conosco sobre o meia, mas, a partir do momento que ele solicitar o atacante, nós sairemos à procura. Vamos fazer o máximo para atender às necessidade do treinador”, disse o também diretor coral Murilo Falcão.
O Diário de Pernambuco pergunta se chegou a hora de Tiano se firmar.
"A partida contra o Santos pode ser a grande chance que o meia Tiano estava esperando no Arruda. O jogador vem sempre figurando no banco de reservas, mas quase nunca é utilizado nas partidas. Diante do Peixe, amanhã, o baixinho tem tudo para ser a opção do técnico Maurício Simões no meio-campo tricolor. Sem contar com os meias Zada e Washington (suspensos) o treinador coral está com uma vaga aberta no setor e Tiano disputa a posição com Édson Di.
"Tiano não deixa de ser uma grande opção, mas temos o Édson Di e também Nenê", comentou Maurício Simões. Nenê, artilheiro do time com cinco gols, que cumpriu suspenso diante do Fluminense, tem seu retorno certo na vaga de Washington. Assim, apenas o lugar de Zada fica indefinido entre Tiano e Édson Di. "Vou definir tudo no coletivo de amanhã (hoje)", completou Simões.
A outra ausência será a de Wilson Surubim, que também recebeu o terceiro cartão amarelo. Só que o volante não vinha sendo titular do time coral. Entre os jogadores do Santa Cruz a confiança em um resultado positivo é grande. "Voltamos a apresentar um bom futebol diante do Fluminense e, como vamos jogar em casa, temos que impor um ritmo forte e buscar a vitória diante do Santos", disse Valença."
Comentários do blog: as edições de hoje dos 3 jornais locais são raras na Imprensa esportiva pernambucana. Apesar de alguns pontos em comum, temos três enfoques diferentes. Geralmente, por medo ou acomodação, os repórteres que cobrem os clubes se copiam e se penduram nas péssimas resenhas esportivas, aí basta ler um dos jornais. A cobertura fica quase sempre igualzinha, pasteurizada, sem graça, sem surpresas. Hoje foi um pouco diferente.
32 comentários












