Arquivo de Fevereiro de 2007
Um tricolor no meio do mundo
Cláudio(à direita) e o tricolor de Macapá, que, esperamos nós, vai revelar seu nome e contar sua história nos comentários desse texto
Por Cláudio Machado, direto de Macapá (AP)
Não vou escrever sobre a a suposta "crise", como querem chamar alguns o momento ruim do time. Não vou me lamuriar sobre o baixo astral que ameaça contagiar o torcedor coral em um dos seus momentos mais vibrantes. A eleição da nova diretoria foi uma conquista da torcida do Santa Cruz, não uma conquista pessoal de Edinho e seus colaboradores. Continuaremos apoiando a construção de novo Santa Cruz. Xô, baixo astral!
Na semana que passou tive a oportunidade de conhecer Macapá, capital do Amapá. Uma região pouco conhecida do país, mas bela e hospitaleira. Macapá fica na latitude zero, ou seja, por passa a imaginária Linha do Equador, que divide o planeta em dois hemisférios. Lá fica o famoso estádio Zerão, a linha que divide o campo fica exatamente sobre a Linha do Equador, cada lado num hemisfério.
No último dia, após finalizar as atividades do trabalho, sai para comer um peixe no tucupi, prato típico da região, com umas cerpinhas geladas. Depois perambulei pelo centro da cidade, onde fui conhecer a Fortaleza São José. Até passei numa lan house e acessei o Blog do Santinha, para saber das novidades do mais querido, mas rapidinho, queria conhecer um pouco da cidade.
Passei no banco e quando olho a pessoa do caixa eletrônico do meu lado, estava lá um sujeito com a camisa do Santa Cruz. Tomei um susto e olhei umas duas vezes para confirmar. Acho que ele pensou que eu estava tentando ver a senha dele… Quando ele olhou para mim, perguntei: "Você é de Recife?", ele respondeu que sim. Emendei logo "reconheci logo pela camisa do Santa Cruz". Batemos um papo rapinho e a esposa dele tirou uma foto nossa, mostrando no fundo a Fortaleza de São José.
Não tenho as manhãs dos nossos editores e acabei esquecendo de perguntar o nome do cidadão. Dei o endereço do Blog e ele ficou de acessar essa semana para ver a foto publicada.
É isso aí… no meio do mundo tem um tricolor torcendo para o time melhorar. Repito: xô, baixo astral!
66 comentáriosFalha no servidor tira o Blog do ar
Por Dimas Lins
O Blog do Santinha, alheio a sua vontade, tem estado fora do hora por causa de problemas com o servidor. Ainda não sabemos por quanto tempo durará esta situação, mas esperamos que, o mais rápido possível, a normalidade seja reestabelecida.
Sofredor do mesmo mal, o Torcedor Coral teve um pouco mais de sorte e conseguiu publicar o texto Torcedor: profissão repórter, que trata da coletiva dada hoje pelo Presidente Édson Nogueira.
Abaixo uma pequena passagem como aperitivo:
Vá ao site www.torcedorcoral.com e confira a publicação na íntegra.
28 comentáriosCoisa e Barbie trocam tapas. O Santa é punido.
FPF de Carlos Alberto prejudicou os sócios do Santa Cruz
Sem outro assunto mais relevante, os jornais do dia seguinte fizeram o quiproquó de sempre. Qual seria a consequência mais coerente? A Federação dar uma advertência para o clube mandante, que resolveu vender ingressos para os adversários dentro da sua sede social. Nada mais do que uma medidazinha administrativa qualquer. Certo? Errado. Quem acabou punido foi o Santa Cruz Futebol Clube, que não teve nada a ver com o arranca-rabo entre uma mulher a beira de um ataque de nervos e uns desocupados que matavam o tempo no interior do clube ao qual são associados.
Acontece que a FPF, ou melhor, Carlos Alberto Oliveira, achou por bem superestimar o tal arranca-rabo e, sob esse pretexto, proibiu a venda de ingressos no interior da sede social dos clubes durante o campeonato estadual. E não abriu exceção nem mesmo para a venda exclusivamente para ingressos para sócios. Um contra-senso tamanho GG.
O Santa Cruz apelou. Antes do carnaval, a diretoria enviou um ofício pedindo que a venda dos ingressos para as sociais fosse permitida, afinal o clube investiu R$ 42 mil na compra de terminais, impressoras, cabos e mão-de-obra para converter os camarotes do salão de festas, no primeiro andar da sede, em guichês de venda de ingressos. A resposta veio no mesmo dia com apenas uma palara "indeferido". E pronto, sem cortesia nem educação, como, aliás, é típico do truculento coronel do asfalto que é "dono" da FPF.
Agora não há tempo, condições técnicas nem dinheiro para adaptar os guichês que dão para a rua das Moças, Beira-canal ou avenida Beberibe, pois seria preciso computadores para assegurar a venda para os sócios em dia. Prejuízo para o clube, desconforto para os sócios e alegria dos cambistas, sob o patrocínio de Carlos Alberto Oliveira e sua Federação.
Torcedor Coral – No último jogo, a torcida demonstrou toda a sua insatisfação com o time, inclusive vaiando e gritando olé quando a Ulbra tocava a bola. Como você se sentiu diante da reação da torcida?
Sylvio Belém – O time estava fazendo uma péssima partida e acho que o torcedor agiu no seu papel. A torcida tinha razão. Se eu estivesse na condição apenas de torcedor talvez fizesse o mesmo.
Torcedor Coral – Por que em 2005 esta mesma diretoria conseguiu formar um time tão competitivo e agora as coisas ainda não engrenaram?
Sylvio Belém – Em 2005, havia uma espinha dorsal e a necessidade era de reforçar o elenco. Agora a situação é diferente. Os jogadores são novos e não havia qualquer entrosamento. É difícil começar do zero. Alguns jogadores que vieram são experientes, mas não conseguiram mostrar um bom futebol. Mas com serenidade, vamos fazer os ajustes necessários para tornar nossa equipe competitiva.









