Vida de viajante tricolor²
Enquanto não chega a hora de partir para nosso encontro etílico semanal, a Quinta Santa no Bar da Piscina - a partir das 18h -, confiram mais alguns registros de tricolores, mundo afora!
Uma tricolor nas brenhas da Espanha - Por Carolina Vergolino
Estou eu andando nas brenhas da Espanha, quando dou de cara com esse estádio. A cidade chama-se Santo Domingo de La Calzada. O time lá é tricolor. Acho que se juntar o povo odinho da cidade e colocar dentro do nosso Arrudão aqui, não enche em a metade do estádio. Que luxo o nosso né? Ter essa torcida imensa, um mar de gente em três cores, maior do que uma cidade.
Temos sim que ter futebol, quem não faz leva, o lateral isso e o meia aquilo. Enfim, um monte de assunto que eu não entendo nada. O que eu sei é que o povo vibra, a massa fica louca e quando é gol o coração fica se bulindo mais rapidinho e o chão treme. Isso é bom demais.
Confesso ter passado alguns anos torcendo para outro time. Era só o famoso motivo para beber com os meninos da faculdade. Minha mãe ficava indignada, já que meu avô era Santa, muito Santa Cruz. Mas virei a casaca de volta, graças. Honrei a memória do meu avô que vivia de roupa de linho branca, tinha a pele preta e o coração vermelho!
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Esse torcedor não-identificado esteve mês passado
no Festival de Montreux, prestigiando o show do
maestro tricolor Spok e de Alceu Valença
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Mateus é filho de burro-negro, mas é apaixonado
pelo Santa Cruz. Foi num grupo de excursão pra
Gramado, e levou na bagagem o manto sagrado.









