Blog do Santinha

Crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre o Santa Cruz Futebol Clube, o Santinha, e a torcida coral.
Arquivo de 24 de dezembro de 2007

Relatos sobre sábado

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Por Gerrá da zabumba

Amigos, até agora ninguém enviou nada. Não dou pra colunista social, ou melhor, não dou pra ninguém, mas, aceitando a sugestão de Ducaldo, vou me atrever a fazer um relato da memorável confraternização de sábado. Uma festa organizadérrima (mai fresco!!!), estacionamento com seguranças, muita comida, muita bebida e muita gente bonita.

Epa, já falei que não sou colunista social.

De acordo com um relógio pendurado numa das árvores, eu e a primeira dama chegamos lá era 12h20. Já tinha um bocadinho de gente, a feijoada já tava no fogo, a cachaça com frutas já tava sendo servida e o teor de álcool no organismo ainda estava num nível baixo.

Anizio e família, Marcelo Beltrão, Alex Micrurus, Eduardo Ramos, Duda, Dimas e parte do clã dos Lins, Geó, Paulo Aguiar, Naná, Lula Pezão, Adriana, Zé Paulo e sua camisa goiaba, Bruno e outros tricolores corais, foram os primeiros que fui avistando. Pra ninguém ficar fazendo beicinho, já vou dizendo que tinha mais gente e aviso aos que são cheio de frescura, que não vou pedir desculpa porque não falei o nome de todos.

Cerveja geladíssima, como nunca se viu na venda de Seu Vital, descia de rodo. Era umas 8h30 e eu encontrei Seu Vital de bicicleta carregando um bocado de copo descartável. Bom sinal. Por falar em Vital, ele era uma alegria só. Usava um gorro mordeníssimo do Santa Cruz. Segundo Dani Tricolor, Seu Vital estava lindo usando aquele boné. E por falar em Dani, Chiló fez a pertinente observação que devemos dar uma camisa da Sanfona Coral para Seu Vital. Nada mais justo.

Era mais ou menos 13h e duas grades de cerva já tinha descido pela goela, enquanto a massa ia chegando, eram os irmãos de Válter Azevedo, o forrozeiro Jorge Neto, Leo Antunes, etc e tal. Como sempre, o mais chato era Anizio, o camarada bom já é meio chatinho, imaginem já com umas na cabeça. Pense numa peitica pra gente começar a tocar!

Não lembro quando o forró começou a comer no centro, é que sou como Marcelo Beltrão e Válter Azevedo, depois de umas garapas na cabeça, fico esquecendo da coisa.

E tome gente chegando. Parecia jogo do Santa. O boato era que a 17 de agosto estava completamente engarrafada. Os torcedores adversários estavam assustados. Teve um que me perguntou se Edinho tinha conseguido provar o caso de suborno. Outro chegou e disse: “vocês são doido, é?”. “Somos amigo, e quem não for que vá pra puta que pariu!”, pronto, resolvi o problema.

Marcelo Cavalcanti, aquele mesmo do Blog do Torcedor, tava com cara de espanto. Ele morre de medo do Santa Cruz.

Meus amigos, lá pra umas 15h, a festa estava linda. Era assim, feito um jogo do Santa Cruz, num domingo a tarde, decidindo um título. Crianças vestidas com o manto sagrado, mães, avós, até uma la ursa apareceu, era o “urso de Edinho”. Uma confraternização inesquecível. Minha amiga Adriana Moura me presenteou com dois jornais com o Santa Cruz campeão, 1983 e 1987.

Depois que o forró começou só lembro de algumas cenas, pois, a quantidade de garapa no organismo já era muita e porque não deu mais pra circular pela festa.

Dimas, cheio dos paus, querendo ser o cantor. Seu Vital dançando na porta da sua venda. O pessoal do cerimonial, que estavam arrumando a igreja pra um casamento, preocupados não sei com o que. Convidados do casamento participando da nossa festa. A torcida coral esperando a noiva ao som de gritos de guerra: “oh, oh, oh, a noiva é tricolor!”, “dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe noiva, com muito orgulho, é tricolooor!”. O hino não oficial do Santa Cruz sendo cantado a cada 15 minutos. Beto Miranda dando show no agogô. O forrozeiro Jorge Neto e o percussionista Seba, tocando a tarde inteira com a Sanfona Coral. Leo Antunes feliz da vida, por ser tricolor e vizinho de Seu Vital. Naná e o pessoal da confraria do poço, dominando a feijoada. A gente tomando todas, o Poço da Panela feliz e o povão em festa.

Cá pra nós, dá orgulho fazer parte de uma torcida desta, né não?

“Dedico este relato a Samarone, a Chiló, a Naná e sua kombi coral e a toda velha guarda da Sanfona e do Blog .”

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Grande parte das fotos da Confra Coral já está em nosso álbum no site Flickr: www.flickr.com/photos/blogdosantinha

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Confra coral - 1º aviso

Por Gerrá da Zabumba

Senhores freqüentadores, informamos que nossos colunistas sociais ainda não conseguiram terminar o texto sobre a confraternização mais animada do Recife. A confra coral.

Alguns ainda estão bêbados, outros estão tentando lembrar dos fatos, outros de ressaca, uns nas compras do natal, enfim, não deu ainda pra fazer o relato sobre a festança.

Eu, por exemplo, mesmo numa ressaca daquelas, passei o dia de hoje procurando Inácio. Fui ao HR, IML e algumas delegacias, mas nada de encontrar o dono do Blog.

Bom, logo, logo, postaremos sobre a memorável farra de sábado. Enquanto o texto não vem, vocês vão se deliciando com as imagens abaixo.

ATUALIZAÇÃO: Grande parte das fotos da Confra Coral já está em nosso álbum no site Flickr: www.flickr.com/photos/blogdosantinha

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