<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:rawvoice="http://www.rawvoice.com/rawvoiceRssModule/" ><channel><title>Blog do Santinha &#187; Ídolos do passado</title> <atom:link href="http://www.blogdosantinha.com/categoria/idolos-do-passado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.blogdosantinha.com</link> <description>Crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre o Santa Cruz Futebol Clube e a torcida mais apaixonada do Brasil</description> <lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 15:56:12 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /><itunes:summary>CrÃ´nicas, opiniÃµes, desabafos e comemoraÃ§Ãµes sobre o Santa Cruz Futebol Clube, o Santinha, e a torcida coral.</itunes:summary> <itunes:author>Blog do Santinha</itunes:author> <itunes:explicit>no</itunes:explicit> <itunes:image href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/plugins/powerpress/itunes_default.jpg" /> <itunes:owner> <itunes:name>Blog do Santinha</itunes:name> <itunes:email>blogdosantinha@gmail.com</itunes:email> </itunes:owner> <managingEditor>blogdosantinha@gmail.com (Blog do Santinha)</managingEditor> <copyright>2006-2008</copyright> <itunes:subtitle>CrÃ´nicas, opiniÃµes, desabafos e comemoraÃ§Ãµes sobre o Santa Cruz Futebol Clube e a torcida mais apaixonada do Brasil</itunes:subtitle> <image><title>Blog do Santinha &#187; Ídolos do passado</title> <url>http://www.blogdosantinha.com/wp-content/plugins/powerpress/rss_default.jpg</url><link>http://www.blogdosantinha.com/categoria/idolos-do-passado/</link> </image> <item><title>Birigui e Luiz Neto na promoção PE Retrô + Blog do Santinha</title><link>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-e-luiz-neto-na-promocao-pe-retro-blog-do-santinha/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-e-luiz-neto-na-promocao-pe-retro-blog-do-santinha/#comments</comments> <pubDate>Wed, 30 Nov 2011 23:00:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Inácio França</dc:creator> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=9514</guid> <description><![CDATA[<div id="attachment_9516" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-e-luiz-neto-na-promocao-pe-retro-blog-do-santinha/attachment/birigui_luiz-neto/" rel="attachment wp-att-9516"><img class="size-medium wp-image-9516" title="birigui_luiz neto" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/2011/11/birigui_luiz-neto-450x300.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro com a verde, a preferida de Birigui. Jorge veste a azul, usada muitas vezes por Luiz Neto</p></div><p>O goleiro era considerado um santo pela torcida. Fazia defesas milagrosas em chutes à queima-roupa, saía bem do gol nas bolas altas, &#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9516" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-e-luiz-neto-na-promocao-pe-retro-blog-do-santinha/attachment/birigui_luiz-neto/" rel="attachment wp-att-9516"><img class="size-medium wp-image-9516" title="birigui_luiz neto" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/2011/11/birigui_luiz-neto-450x300.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro com a verde, a preferida de Birigui. Jorge veste a azul, usada muitas vezes por Luiz Neto</p></div><p>O goleiro era considerado um santo pela torcida. Fazia defesas milagrosas em chutes à queima-roupa, saía bem do gol nas bolas altas, se jogava nos pés do atacante adversário sem medo de levar um chute na cara, não deixava passar nada nos chutes de fora da área. Não foram poucas as partidas em que saiu de campo com seu nome ecoando pelas arquibancadas.</p><p>É fácil dizer que esse goleiro era o titular absoluto da equipe, não é?</p><p>Errado. Bastava ele se machucar ou ser suspenso por um jogo para que seu suposto reserva fizesse defesas milagrosas em chutes à queima-roupa, saísse bem do gol nas bolas altas, fechasse o gol se jogando aos pés do atacante adversário sem medo de levar um chute na cara e não deixasse passar nada nos chutes de fora da área.</p><p>Quando isso acontecia, só restava uma opção para o primeiro goleiro: rezar para o colega se machucar ou levar o terceiro amarelo.</p><p>Durante quase toda a década de 80, a pisada foi essa no Santa Cruz. Birigui e Luiz Neto se revezavam na titularidade do gol coral. Cada um melhor que o outro. No trisuper de 1983, foi Luiz Neto quem tirou de dentro do gol o pênalti batido por um tal de Porto. Quatro anos depois, foi Birigui que segurou o bicampeonato depois de tanto segurar os mísseis que saíam dos pés de um sujeito chamado Éder.</p><p>Luiz Neto vive nas sociais do Arruda. Em todo jogo, importante ou não, lá está ele. Birigui até jogou uns meses na coisa, mas pediu demissão depois que escutou a torcida coral gritar seu nome durante um clássico naquele estádio perto do Derby.</p><p>Como se vê, razões não faltam para a loja <strong><a href="http://www.peretro.com.br">PE Retrô</a></strong> e o Blog do Santinha homenagearem dois dos melhores goleiros que já defenderam o Santa Cruz.</p><p>Para ser sorteado com uma camisa de goleiro igual a que Birigui ou Luiz Neto usou, basta ir à <strong><a href="http://www.facebook.com/pages/PE-Retr%C3%B4/211442375554360">página da PE Retrô no Facebook</a></strong> e, no espaço reservado a essa promoção – com um link para essa postagem do Blog do Santinha – você responder à pergunta abaixo:</p><p>Qual foi a mais linda defesa que você viu um goleiro do Santa Cruz fazer? Vale defesa de qualquer goleiro: Birigui, Luiz Neto, Detinho, Barbosa, Joel Mendes, Wendell, Raul, Cléber, João Carlos, Tutti, Tiago Cardoso, Pascoalim, Gottardi, André Zuba (toc toc toc)&#8230;</p><p>Quem responder até dia 9 de dezembro (sexta-feira) está concorrendo ao sorteio de uma camisa de goleiro. O ganhador terá do direito de escolher se prefere a azul ou a verde.</p><p>Aos que não forem sorteados resta torcer para ganhar de presente no amigo secreto.</p><p>Enquanto isso, continuamos a espera de <strong>Marcílio Rodrigues Bezerra</strong>, o tricolor sorteado com a camisa de 1975 que ainda não foi na loja buscá-la. Se ele não quiser, tem quem queira.</p><p><a href="http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-e-luiz-neto-na-promocao-pe-retro-blog-do-santinha/attachment/luis_neto-300x484/" rel="attachment wp-att-9518"><img class="size-medium wp-image-9518 aligncenter" title="LUIS_NETO-300x484" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/2011/11/LUIS_NETO-300x484-278x450.jpg" alt="" width="278" height="450" /></a></p><div id="attachment_9519" class="wp-caption aligncenter" style="width: 292px"><a href="http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-e-luiz-neto-na-promocao-pe-retro-blog-do-santinha/attachment/birigui_1986/" rel="attachment wp-att-9519"><img class="size-full wp-image-9519 " title="Birigui_1986" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/2011/11/Birigui_1986.jpg" alt="" width="282" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">No gol, Birigui com a camisa verde</p></div><p style="text-align: center;"> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-e-luiz-neto-na-promocao-pe-retro-blog-do-santinha/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>65</slash:comments> </item> <item><title>Django não perdoava</title><link>http://www.blogdosantinha.com/artigos/django-nao-perdoava/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/artigos/django-nao-perdoava/#comments</comments> <pubDate>Wed, 26 Apr 2006 05:38:00 +0000</pubDate> <dc:creator>inacioesama</dc:creator> <category><![CDATA[Artigos]]></category> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=293</guid> <description><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Django.jpg"><img src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Django.jpg" border="0" /></a><br /> <a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/django1983.jpg"><img src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/django1983.jpg" border="0" /></a><br /> <strong>Com a família, em Itu, numa foto recente (no alto);<br /> comemorando gol contra a <em>coisa </em>em 1983 (acima)</strong></p><p><strong>por Inácio França</strong></p><p>O Santa Cruz já havia perdido o primeiro turno do estadual de 1983 e as coisas não se encaminhavam &#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Django.jpg"><img src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Django.jpg" border="0" /></a><br /> <a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/django1983.jpg"><img src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/django1983.jpg" border="0" /></a><br /> <strong>Com a família, em Itu, numa foto recente (no alto);<br /> comemorando gol contra a <em>coisa </em>em 1983 (acima)</strong></p><p><strong>por Inácio França</strong></p><p>O Santa Cruz já havia perdido o primeiro turno do estadual de 1983 e as coisas não se encaminhavam bem no segundo. A imprensa e a torcida sabiam que o então treinador Carlos Alberto Silva queria um centroavante matador, que jogasse enfiado na área. Exatamente o que Giba pede 23 anos depois.</p><p>Quem desembarcou em Recife foi o desconhecido Django, apelido de Luiz Paulo Lemes, que aos 26 anos atuava no minúsculo Primavera, do interior de São Paulo. Grandalhão e meio desengonçado, ao chegar Django não inspirou muita confiança na torcida.</p><p>Por conta do seu jeito, do apelido e das entrevistas bem humoradas, era motivo de piada por parte dos radialistas e dos torcedores adversários. Depois do título do tri-supercampeonato e dos 16 gols marcados praticamente apenas no terceiro turno, só os tricolores davam risadas.</p><p>Django passou menos de seis meses no Recife, mas virou uma lenda no imaginário da torcida tricolor.</p><p>&#8220;O Santa Cruz tá precisando de alguém para jogar enfiado na área? Então eu vou voltar&#8221;, brincou ao ser localizado pelo <em>Blog do Santinha</em> em Itu, onde mora com a mulher Márcia e os dois filhos, Pedro e Stefan. Seu primogênito, Trévor, é atacante do Capivariano e em 2007 deve jogar no Puebla, do México.</p><p>No Recife, Django morou no hotel Jangadeiro, em plena praia de Boa Viagem, mas saudades mesmo ele sente do Arruda: &#8220;Rapaz, só tenho lembranças boas da torcida do Santa. Fui muito bem tratado aí no Recife. Até hoje recebo carinho dos tricolores&#8221;.</p><p>Pouco depois da estréia com a camisa tricolor, o centroavante foi o pivô de uma enorme confusão na decisão do segundo turno, vencida pelos alvirrubros. O Santa já havia tomado um gol, quando Django foi desarmado, o que possibilitou um contra-ataque do time da Rosa e Silva. &#8220;Você acha que o time ia tomar o segundo gol por minha culpa? De jeito nenhum&#8221;.</p><p>Nosso camisa 9 deu um pulo por cima do jogador alvirrubro (Baiano, salvo falha da memória), o que deu início a uma confusão generalizada, com cenas hilárias, como a de Zé do Carmo arrancando o pau da bandeira fincada no centro do gramado para usar como arma. Até o educado e sizudo Carlos Alberto Silva saiu no tapa. &#8220;No vestiário, ele veio se queixar que brigou por minha causa&#8221;.</p><p>Depois de ser campeão pernambucano, Django foi contratado pelo Ituano e se tornou o maior artilheiro da história do clube, com 147 gols &#8211; foram 349 em toda sua carreira. Depois de uma rápida passagem pelo futebol de Santa Catarina, transferiu-se para o Bremscheid, da Alemanha, onde jogou de 1987 a 1989.</p><p>Antes de encerrar a carreira e se fixar em Itu, rodou pelo interior paulista. Às vésperas de completar 50 anos, ele é dono de uma casa lotérica e de uma loja de celulares, mas alimenta o sonho de ver o filho marcando gols pelo Santa. Antes de encerrar a ligação dá o recado: &#8220;Manda um abraço pro Luís Neto. Ele foi um grande amigo que deixei aí&#8221;.</p><p><strong>A foto de Django em sua passagem pelo Santa em 1983 pertence ao acervo do Diário de Pernambuco e foi cedida para o <em>Blog do Santinha </em>por intermédio do superintendente Joezil Barros.<br /> </strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/artigos/django-nao-perdoava/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>24</slash:comments> </item> <item><title>Birigüi canonizado</title><link>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-canonizado/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-canonizado/#comments</comments> <pubDate>Fri, 24 Feb 2006 17:14:00 +0000</pubDate> <dc:creator>inacioesama</dc:creator> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=239</guid> <description><![CDATA[<div align="center"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Birigui.1.jpg"><img alt="" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Birigui.1.jpg" border="0" /></a><strong>Na foto, Alexandre dos Anjos (</strong><a href="http://www.tricolorpe.cjb.net"><strong>www.tricolorpe.cjb.net</strong></a><strong>) entrega a placa </strong></div><p>A torcida tricolor n&#227;o esperou pelo Papa e tratou de canonizar Marcos Ant&#244;nio Gomes, o <em>S&#227;o Birig&#252;i. </em>Al&#233;m dos aplausos e da recep&#231;&#227;o calorosa, os torcedores respons&#225;veis pelo site &#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div align="center"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Birigui.1.jpg"><img alt="" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Birigui.1.jpg" border="0" /></a><strong>Na foto, Alexandre dos Anjos (</strong><a href="http://www.tricolorpe.cjb.net"><strong>www.tricolorpe.cjb.net</strong></a><strong>) entrega a placa </strong></div><p>A torcida tricolor n&atilde;o esperou pelo Papa e tratou de canonizar Marcos Ant&ocirc;nio Gomes, o <em>S&atilde;o Birig&uuml;i. </em>Al&eacute;m dos aplausos e da recep&ccedil;&atilde;o calorosa, os torcedores respons&aacute;veis pelo site TricolorPE entregaram ao ex-goleiro uma placa com a seguinte mensagem:</p><div align="center"><strong>&quot;Uma homenagem da torcida do Santa Cruz Futebol Clube ao S&atilde;o Birigui, um dos maiores orgulhos da torcida Coral. </strong></div><div align="center"><strong>Com Carinho.</strong></div><div align="center"><strong>Recife, 22/02/2006&quot;</strong></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/birigui-canonizado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>O Santo</title><link>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/o-santo/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/o-santo/#comments</comments> <pubDate>Tue, 14 Feb 2006 02:04:00 +0000</pubDate> <dc:creator>inacioesama</dc:creator> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=230</guid> <description><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 259px"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Birigui.0.jpg"><img style="border: 0pt none;" title="Quarta-feira é dia de rever Birigüi na TV" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Birigui.0.jpg" border="0" alt="" width="249" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Quarta-feira é dia de rever Birigüi na TV</p></div><div id="attachment_2369" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/2008/08/ramon_isidoro_birigui_edson1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2369" title="Ramón, Isidoro, Birigüi e Édson em foto da Placar de fevereiro de 1983" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/2008/08/ramon_isidoro_birigui_edson1-350x286.jpg" alt="Ramón, Isidoro, Birigüi e Édson em foto da Placar de fevereiro de 1983" width="350" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">Ramón, Isidoro, Birigüi e Édson em foto da Placar de fevereiro de 1983</p></div><p><strong>por Inácio França</strong></p><p>No dia em que o Vaticano se render aos fatos e resolver canonizar Birigüi, não terá &#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 259px"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Birigui.0.jpg"><img style="border: 0pt none;" title="Quarta-feira é dia de rever Birigüi na TV" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Birigui.0.jpg" border="0" alt="" width="249" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Quarta-feira é dia de rever Birigüi na TV</p></div><div id="attachment_2369" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/2008/08/ramon_isidoro_birigui_edson1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2369" title="Ramón, Isidoro, Birigüi e Édson em foto da Placar de fevereiro de 1983" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/2008/08/ramon_isidoro_birigui_edson1-350x286.jpg" alt="Ramón, Isidoro, Birigüi e Édson em foto da Placar de fevereiro de 1983" width="350" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">Ramón, Isidoro, Birigüi e Édson em foto da Placar de fevereiro de 1983</p></div><p><strong>por Inácio França</strong></p><p>No dia em que o Vaticano se render aos fatos e resolver canonizar Birigüi, não terá muito trabalho. Ao contrário de outros santos que fazem os cardeais da Igreja dar um duro danado, os milagres do goleiro mais querido e mais lembrado pelos torcedores do Santa Cruz são de fácil comprovação: estão registrados nos arquivos das emissoras de TV. Sem falar nos testemunhos de milhares de torcedores que gritaram seu nome nas arquibancadas do Arruda.</p><p>Birigüi está no coração de todos os tricolores. E a torcida coral nunca saiu do coração de Birigüi, o técnico do Vila Aurora, o campeão mato-grossense que irá enfrentar o Santa Cruz lá na distante Rondonópolis.</p><p>Foi por isso que, mesmo depois de ler a bela matéria que o Diário de Pernambuco publicou com o ídolo, resolvemos manter nossa programação inicial. Conforme combinamos com o repórter Nílson Rachid, da Rádio Clube de Rondonópolis, telefonamos para tentar encontrar o ex-goleiro.</p><p>&#8220;Birigüi está aqui do meu lado…&#8221;</p><p>O homem nem deixou o radialista acabar a frase e tomou o celular:</p><p>&#8220;Alô, Inácio. Estava esperando a ligação de vocês. Vamos empatar o jogo aqui. Nosso time vai jogar para fazer o resultado e poder ir ao Recife. Tô doido pra fazer esse jogo aí, quero entrar no Arruda de novo&#8221;.</p><p>Contei que o DP havia publicado uma matéria de uma página e, por essa razão, sobraram poucas perguntas para mim. Ele repetiu o que já havia contado ao jornal: a maior emoção da sua vida foi na curta passagem pela coisa em 1989, quando a torcida rubro-negra começou a gritar seu nome no seu primeiro clássico contra o Santa, na Ilha do Retiro.&#8221;Pensei que a torcida tricolor iria me vaiar, me xingar, mas nada disso: gritaram meu nome com mais força. Era como se estivessem dizendo que eu jogava no Sport, mas era tricolor. Eles estavam certos. O Santa é meu time de coração até hoje&#8221;.</p><p>Outra passagem lembrada por esse modesto escriba: &#8220;Você lembra que em outra partida contra a coisa, a gente estava ganhando de um a zero, quando você inventou de tirar a bola da área com um chute, em vez de agarrar? A bola bateu nas costas do zagueiro e entrou no gol. Gol contra do goleiro…&#8221;.</p><p>&#8220;Lembro sim. Foi em 1986, no Campeonato pernambucano. A bola bateu nas costas alguém e entrou no gol. Uma senhora bobagem. Sabe o que a torcida fez? Enquanto os rubro-negros comemoravam o empate, a torcida do Santa gritou meu nome com tanta força que sufocou a alegria do lado de lá. Vencemos por 2 a 1.&#8221;</p><p>Antes de vir para o Arruda, São Birigüi era titular do Guarani, mas uma falha num derby contra a Ponte Preta o deixou em má situação diante da torcida. Os dirigentes do Santa Cruz souberam disso e foram atrás dele.</p><p>&#8220;Minha estréia foi contra o Central, uma vitória por 3 a 1. Entrei no segundo tempo no lugar de Luís Neto para ir pegando ritmo de jogo, nunca irei me esquecer desse dia&#8221;. Foi três vezes campeão estadual (1983,1986 e 1987). Depois, transferiu-se para o Famalicão, de Portugal. De 1991 a 1995, jogou no Olímpia, União Barbarense e Velo Clube, todos do interios paulista. Encerrou a carreira no Operário, de Campo Grande.</p><p>Bem informado, ele quer saber dos desfalques do Santa: &#8220;Rosembrink joga é? Vou ter que providenciar uma marcação especial nele. Quem é esse Lecheva que vai jogar no ataque? Graças a Deus Carlinhos Bala não vem.&#8221;</p><p>Birigüi pergunta mais do que o entrevistador. Quer saber dos jogadores do elenco, está curioso sobre os reforços para a Primeira Divisão e revela que sonha em voltar a trabalhar no Santa Cruz. E está convicto de que a saudade é recíproca.</p><p>Admito: estou torcendo por um empatezinho com o Vila Aurora ou uma vitória mixuruca por 1 a 0. Se houver a partida da volta, é capaz de Birigüi atravessar o gramado e se jogar em cima do escudo do Santinha.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/o-santo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>19</slash:comments> </item> <item><title>Carrasco: nome ou vocação?</title><link>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/carrasco-nome-ou-vocacao/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/carrasco-nome-ou-vocacao/#comments</comments> <pubDate>Fri, 10 Feb 2006 04:23:00 +0000</pubDate> <dc:creator>inacioesama</dc:creator> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=228</guid> <description><![CDATA[<div align="center"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Carrasco.jpg"><img alt="" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Carrasco.jpg" border="0" /></a> <strong>Foto atualizada, enviada pelo ex-craque da camisa 10 tricolor </strong><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/carrasco1978.jpg"><img alt="" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/carrasco1978.jpg" border="0" /></a><strong>Carrasco em 1978 na sala de muscula&#231;&#227;o do Arruda (foto cedida pelo Di&#225;rio de Pernambuco para a Confraria Ninho da Cobra)</strong></div><p><strong></strong></p><div align="left"><strong>por In&#225;cio Fran&#231;a</strong> <strong></strong>Em outubro, se n&#227;o me falha a &#8230;</div>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div align="center"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Carrasco.jpg"><img alt="" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Carrasco.jpg" border="0" /></a> <strong>Foto atualizada, enviada pelo ex-craque da camisa 10 tricolor </strong><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/carrasco1978.jpg"><img alt="" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/carrasco1978.jpg" border="0" /></a><strong>Carrasco em 1978 na sala de muscula&ccedil;&atilde;o do Arruda (foto cedida pelo Di&aacute;rio de Pernambuco para a Confraria Ninho da Cobra)</strong></div><p><strong></p><div align="left"><strong>por In&aacute;cio Fran&ccedil;a</strong> <strong></strong>Em outubro, se n&atilde;o me falha a mem&oacute;ria, encontrei uma figurinha amassada daquela cole&ccedil;&atilde;o <em>Futebol Cards</em> e cismei de sair procurando antigos &iacute;dolos da torcida. O primeiro foi Luiz Fumanchu, que atualmente &eacute; comentarista esportivo numa r&aacute;dio de sua cidade, no interior capixaba. Depois decidi que tinha de localizar Wilson Carrasco, um meia-esquerda arretado daqueles tima&ccedil;os do final dos anos setenta. Era apenas um menino de nove anos, no m&aacute;ximo 10, nem lembro do seu futebol, mas iniciei as buscas sabendo exatamente o que me motivava: deixaram marcas na minha mem&oacute;ria as transmiss&otilde;es do locutor Ivan Lima, narrando os chutes fortes, as cobran&ccedil;as de falta mortais que sa&iacute;am dos p&eacute;s de Carraaaassco, Wiiilllsonnn Carraaaasco. Imaginava um sujeito implac&aacute;vel, com cara de mal, deixando os goleiros dos times do Sul em p&acirc;nico. Por isso minha primeira pergunta era inevit&aacute;vel: &quot;Carrasco &eacute; nome ou apelido por causa dos seus chutes?&quot; &quot;&Eacute; meu nome de fam&iacute;lia, sou descendente de imigrantes espanh&oacute;is. &Eacute; um sobrenome espanhol&quot;, respondeu Carrasco, com a tranq&uuml;ilidade e o sotaque de caipira do interior paulista. Admito: passei esses anos todos imaginando que aquele era o apelido digno para um destruidor de defesas. Foi uma decep&ccedil;&atilde;o, quase que perco a gra&ccedil;a de continuar a conversa por telefone. Mesmo sem jeito, ouvi ele me confirmar o que um radialista tinha me antecipado: aos 56 anos, o velho camisa 10 mora nos sub&uacute;rbios de Araraquara e &eacute; treinador dos j&uacute;niores da Ferrovi&aacute;ria, seu primeiro clube, de onde saiu direto para o Santa Cruz por indica&ccedil;&atilde;o do &iacute;dolo Pio (tamb&eacute;m j&aacute; entrevistado pelo <em>Blog do Santinha</em>). &quot;O Santa Cruz foi o clube que me abriu as portas do futebol nacional. Tive uma boa passagem, disputei dois campeonatos brasileiros ao lado de Nunes, Fumanchu e Jo&atilde;ozinho. Foi uma excelente oportunidade jogar ao lado deles&quot;. Pura mod&eacute;stia. Carrasco estava a altura dos companheiros.</div><p></strong> Em outubro, se n&atilde;o me falha a mem&oacute;ria, encontrei uma figurinha amassada daquela cole&ccedil;&atilde;o  e cismei de sair procurando antigos &iacute;dolos da torcida. O primeiro foi Luiz Fumanchu, que atualmente &eacute; comentarista esportivo numa r&aacute;dio de sua cidade, no interior capixaba. Depois decidi que tinha de localizar Wilson Carrasco, um meia-esquerda arretado daqueles tima&ccedil;os do final dos anos setenta. Era apenas um menino de nove anos, no m&aacute;ximo 10, nem lembro do seu futebol, mas iniciei as buscas sabendo exatamente o que me motivava: deixaram marcas na minha mem&oacute;ria as transmiss&otilde;es do locutor Ivan Lima, narrando os chutes fortes, as cobran&ccedil;as de falta mortais que sa&iacute;am dos p&eacute;s de Carraaaassco, Wiiilllsonnn Carraaaasco. Imaginava um sujeito implac&aacute;vel, com cara de mal, deixando os goleiros dos times do Sul em p&acirc;nico. Por isso minha primeira pergunta era inevit&aacute;vel: &quot;Carrasco &eacute; nome ou apelido por causa dos seus chutes?&quot; &quot;&Eacute; meu nome de fam&iacute;lia, sou descendente de imigrantes espanh&oacute;is. &Eacute; um sobrenome espanhol&quot;, respondeu Carrasco, com a tranq&uuml;ilidade e o sotaque de caipira do interior paulista. Admito: passei esses anos todos imaginando que aquele era o apelido digno para um destruidor de defesas. Foi uma decep&ccedil;&atilde;o, quase que perco a gra&ccedil;a de continuar a conversa por telefone. Mesmo sem jeito, ouvi ele me confirmar o que um radialista tinha me antecipado: aos 56 anos, o velho camisa 10 mora nos sub&uacute;rbios de Araraquara e &eacute; treinador dos j&uacute;niores da Ferrovi&aacute;ria, seu primeiro clube, de onde saiu direto para o Santa Cruz por indica&ccedil;&atilde;o do &iacute;dolo Pio (tamb&eacute;m j&aacute; entrevistado pelo ). &quot;O Santa Cruz foi o clube que me abriu as portas do futebol nacional. Tive uma boa passagem, disputei dois campeonatos brasileiros ao lado de Nunes, Fumanchu e Jo&atilde;ozinho. Foi uma excelente oportunidade jogar ao lado deles&quot;. Pura mod&eacute;stia. Carrasco estava a altura dos companheiros.</p><div align="left">&nbsp;</div><div align="left">Do Arruda, chegou a ir ao Morumbi, mas o treinador Rubens Minelli o vetou por considerar que, com 1m72cm, era baixo demais. Seu destino acabou sendo a Portuguesa, onde dividiu quarto com En&eacute;as, maior &iacute;dolo da hist&oacute;ria do clube do Canind&eacute;.</div><div align="left">&nbsp;</div><div align="left">Depois, o meia rodou. Voltou ao Recife e foi campe&atilde;o por um time de camisa vermelha-e-preta, com sede na Madalena. H&aacute; 20 anos, Carrasco veio pela &uacute;ltima vez a Pernambuco para jogar exatamente contra o Santinha. &quot;Foi pelo brasileir&atilde;o de 1986, estava no Comercial de Mato Grosso do Sul. Empatamos em 0 x 0 no Arruda&quot;. Acredito que fui a esse jogo: o Santa perdeu muitos gols e matou a torcida de raiva.</div><div align="left">Em 1992, se aposentou quando jogava no Varginha, do interior de Minas. Se aposentou, mas n&atilde;o encerrou a carreira: &quot;Eu era assistente-t&eacute;cnico de Valdir Perez e precisaram de algu&eacute;m para compor o meio-de-campo num coletivo. Fiz um gol no treino e acabei jogando mais oito vezes pelo time principal da Ferrovi&aacute;ria, que na &eacute;poca disputava a segunda divis&atilde;o do campeonato paulista. Mas a&iacute; desisti por causa da condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, porque futebol eu tinha&quot;.</div><div align="left">&nbsp;</div><div align="left">At&eacute; esse ponto, a conversa fluia num ritmo lento, quase aos empurr&otilde;es por conta da timidez do entrevistado, sujeito reservado. At&eacute; que uma pergunta mudou o tom da sua voz e o ritmo das respostas:</div><div align="left">&nbsp;</div><div align="left">&quot;Minha maior emo&ccedil;&atilde;o quando jogava no Santa? Ah, foi tamb&eacute;m a maior emo&ccedil;&atilde;o da minha carreira: empatamos em 2 x 2 com o Oper&aacute;rio, em Campo Grande, no Brasileiro de 1977, o que nos deixou a um passo da semifinal. Quando chegamos, tinha umas tr&ecirc;s mil pessoas no aeroporto. Foi tanta festa que demorei uma hora para chegar em casa, e olhe que eu morava no edif&iacute;cio Transatl&acirc;ntico, na praia de Boa Viagem, que &eacute; bem pertinho do aeroporto&quot;. Ent&atilde;o, de repente, ele se transformou no Wilson Carrasco da minha inf&acirc;ncia: &quot;Jogar no Arruda lotado era demais. Quando a torcida tricolor gritava o nome da gente, ficava arrepiado, com vontade de degolar os caras&quot;.</div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/carrasco-nome-ou-vocacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Aspirantes de 1970: o destino de cada um</title><link>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/aspirantes-de-1970-o-destino-de-cada-um/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/aspirantes-de-1970-o-destino-de-cada-um/#comments</comments> <pubDate>Sun, 08 Jan 2006 06:14:00 +0000</pubDate> <dc:creator>inacioesama</dc:creator> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category> <category><![CDATA[Na parede da memória]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=200</guid> <description><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/aspirantes70.1.jpg"><img alt="" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/aspirantes70.1.jpg" border="0" /></a> <strong>Enquanto tentamos entrar no ritmo da nova temporada no </strong><em>Blog do Santinha</em>, <strong>S&#233;rgio Travassos revela que rumos tomaram os componentes do time de aspirantes de 1970, cuja foto publicamos aqui no final de dezembro.</strong> Da esquerda p direita, em &#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/aspirantes70.1.jpg"><img alt="" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/aspirantes70.1.jpg" border="0" /></a> <strong>Enquanto tentamos entrar no ritmo da nova temporada no </strong><em>Blog do Santinha</em>, <strong>S&eacute;rgio Travassos revela que rumos tomaram os componentes do time de aspirantes de 1970, cuja foto publicamos aqui no final de dezembro.</strong> Da esquerda p direita, em p&eacute;: Dica (supervisor do futsal da Universo, foi quem cedeu a foto do seu arquivo particular), Gilberto (grande goleiro, atualmente coordena o CT do S&atilde;o Paulo FC e &eacute; preparador de goleiros do clube tricampe&atilde;o do mundo), Lineu (Luciano Veloso se encontra sempre com ele e informou a Dica que o mesmo sofre um problema de degenera&ccedil;&atilde;o das pernas), Z&eacute; Carlos, Zinho e Vila Nova (este j&aacute; era do time de cima, mas devia estar de castigo nos aspirante); agachados: o famoso Cu&iacute;ca (que virou &aacute;rbitro de futebol), Jaburu (morreu assassinado), Beto e Z&eacute; Maria. Ficamos devendo o nome do &uacute;ltimo, mas segundo Travassos e o pr&oacute;prio Dica, provavelmente tamb&eacute;m morreu assassinado. <strong>C&aacute; entre n&oacute;s, esse tal de S&eacute;rgio Travassos deve ser meio fan&aacute;tico: nunca ouvimos falar de algu&eacute;m conhecer jogadores de um time de aspirantes de 35, 36 anos atr&aacute;s&#8230;</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/aspirantes-de-1970-o-destino-de-cada-um/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Sobre Barbosa</title><link>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/sobre-barbosa/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/sobre-barbosa/#comments</comments> <pubDate>Sat, 24 Dec 2005 23:50:00 +0000</pubDate> <dc:creator>inacioesama</dc:creator> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category> <category><![CDATA[Na parede da memória]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=196</guid> <description><![CDATA[<div align="center"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Barbosa.jpg"><img border="0" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Barbosa.jpg" alt="" /></a></div><p><strong>por Julio Vila Nova</strong></p><p> Cl&#233;ber, o pared&#227;o deste time inesquec&#237;vel de 2005, veio confirmar a tradi&#231;&#227;o do Santa Cruz de fazer grandes craques da camisa 1. A lista &#233; grande e come&#231;a com Ilo Just, o primeiro goleiro, tamb&#233;m um &#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div align="center"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/Barbosa.jpg"><img border="0" src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/320/Barbosa.jpg" alt="" /></a></div><p><strong>por Julio Vila Nova</strong></p><p> Cl&eacute;ber, o pared&atilde;o deste time inesquec&iacute;vel de 2005, veio confirmar a tradi&ccedil;&atilde;o do Santa Cruz de fazer grandes craques da camisa 1. A lista &eacute; grande e come&ccedil;a com Ilo Just, o primeiro goleiro, tamb&eacute;m um dos primeiros &iacute;dolos da hist&oacute;ria do futebol em Pernambuco. Incluem-se ainda nomes como Gilberto, Pica&ccedil;o, Wendel, Birigui, Lu&iacute;s Neto e muitos outros.  Nessa galeria, certamente um dos nomes de maior express&atilde;o no cen&aacute;rio nacional, vestindo a camisa 1 do Santinha, &eacute; o de Barbosa, citado por Rodolfo Aguiar na excelente s&eacute;rie publicada no blog. A sua passagem por aqui, por&eacute;m, n&atilde;o foi das mais felizes, e lamentavelmente terminou por confirmar o estigma que o jogador carregou pela vida afora, culminando com um lament&aacute;vel epis&oacute;dio envolvendo o craque e a sele&ccedil;&atilde;o de Parreira (aquela que ganhou o t&iacute;tulo por 0 a 0), que ser&aacute; relatado adiante. <strong>Barbosa, goleiro do Santa Cruz</strong> J&aacute; foi relatada por Rodolfo Aguiar a emocionante mobiliza&ccedil;&atilde;o do pov&atilde;o tricolor para garantir a perman&ecirc;ncia do melhor goleiro do Brasil, &agrave; &eacute;poca, no esquadr&atilde;o tricolor de 1956. No entanto, sua passagem por Pernambuco foi marcada por uma m&aacute; atua&ccedil;&atilde;o contra o Am&eacute;rica, que provocou rea&ccedil;&atilde;o violenta da torcida e resultou em sua sa&iacute;da do Santa. Jornadas infelizes de goleiros s&atilde;o comuns no mundo da bola, mesmo entre os &iacute;dolos, que eventualmente s&atilde;o perdoados pela torcida (h&aacute; pouco tempo, Marcos, do Palmeiras e da sele&ccedil;&atilde;o, levou 7 do Vit&oacute;ria-BA, mas foi perdoado).  Acontece que, depois de 1950, n&atilde;o haveria nunca mais perd&atilde;o para Barbosa, mesmo todos os analistas eximindo-o de culpa pela derrota. A verdade &eacute; que, se tiv&eacute;ssemos que apontar os culpados, a lista come&ccedil;aria com a cartolagem e os pol&iacute;ticos aproveitadores, al&eacute;m de parte da imprensa, que cantaram a vit&oacute;ria antecipada, com farra e exibi&ccedil;&atilde;o de faixas de campe&atilde;o para fotos nos jornais.  A chegada de Barbosa e o desfecho infeliz de sua passagem pelo Santa foram relatados por Lenivaldo Arag&atilde;o (Jornal do Commercio, 17/04/2000). O epis&oacute;dio que demonstra a injusti&ccedil;a cometida contra Barbosa pela comiss&atilde;o t&eacute;cnica de Parreira &eacute; lembrado por Eduardo Galeano. Abaixo, transcrevemos e comentamos trechos desses relatos:  Sobre a chegada de Barbosa ao Santa, Arag&atilde;o comenta:  &ldquo;Foi uma apoteose a chegada do grande goleiro ao Recife. Embora fosse dia &uacute;til, a torcida encheu o antigo Al&ccedil;ap&atilde;o do Arruda para ver seu primeiro treino. &lsquo;Nunca vi tanta gente num treino, confessava o j&aacute; novo &iacute;dolo do Santa&rdquo;.  Segundo a mat&eacute;ria do JC, Barbosa foi o craque mais festejado na vit&oacute;ria do Santa contra o poderoso Flamengo, de Joel, Benitez, Evaristo, Dida e Zagalo, por 1 a 0, ainda em 1956. Mas a&iacute; veio a fat&iacute;dica derrota para o Am&eacute;rica, &agrave; &eacute;poca considerado um time grande do Recife, por 6 a 3. Sobre essa lament&aacute;vel atua&ccedil;&atilde;o, Lenivaldo diz:  &ldquo;O goleiro Barbosa, que fora v&iacute;tima da ra&ccedil;a de Obdulio Varela e seus companheiros, na fat&iacute;dica decis&atilde;o da Copa do Mundo de 50, no Maracan&atilde; parecia, seis anos depois, refeito do grande golpe. &Iacute;dolo da torcida do tricolor pernambucano, viu de repente seu prest&iacute;gio se esfarrapar, ap&oacute;s uma lament&aacute;vel atua&ccedil;&atilde;o em que andou levando gols inadmiss&iacute;veis at&eacute; para um principiante, quanto mais para um profissional tarimbado como ele &ndash; al&eacute;m da sele&ccedil;&atilde;o brasileira, Barbosa jogara simplesmente 20 anos pelo Vasco.&rdquo;  Prossegue Lenivaldo: &ldquo;Nos dias que se seguiram &agrave; goleada e ao desastre de Barbosa &ndash; que logo na segunda-feira pedia rescis&atilde;o de contrato -, os jornais tiveram assunto. Nunca a frase de augusto dos Anjos, &lsquo;a m&atilde;o que afaga &eacute; a mesma que apedreja&rsquo; foi t&atilde;o repetida&rdquo;  &ldquo;Reconhecia-se a m&aacute; jornada do goleiro, mas culpava-se toda a defesa pela goleada. Outros, como o Jornal Pequeno, condenava veementemente a atitude dos torcedores que pretendiam linch&aacute;-lo.&rdquo;  A&iacute;, ent&atilde;o, Valdomiro Silva, &agrave; &eacute;poca treinador dos juvenis (at&eacute; hoje lembrado como um desses nomes que sempre tiveram a credibilidade que faltou e falta a muitos e muitos outros dirigentes), encarregou-se de levantar o &acirc;nimo do jogador. O jornal reproduz um trecho da carta a ele enviada :  &ldquo;Prezado amigo, Moacir Barbosa. As demonstra&ccedil;&otilde;es de hostilidade de meia-d&uacute;zia de cr&aacute;pulas apostadores n&atilde;o deve pairar no teu esp&iacute;rito como manifesta&ccedil;~&ccedil;oes da torcida do Santa Cruz&#8230;&rdquo;  Poucos dias depois, Barbosa respondeu, atrav&eacute;s de carta publicada na imprensa, em tom de despedida, &ldquo;pedindo sensatez,compreens&atilde;o para com o time nas futuras jornadas e relembrando que nos momentos dif&iacute;ceis &eacute; que os jogadores mais necessitam do apoio de seus torcedores&rdquo;  Lenivaldo termina avaliando que isso era &ldquo;mais um castigo para um dos maiores goleiros do Brasil, que j&aacute; havia sido execrado pela opini&atilde;o p&uacute;blica nacional,por causa da hecatombe do Maracan&atilde;&rdquo;.  Pouco antes de sua morte, Barbosa relembrou os tristes momentos de 1950 para um programa de televis&atilde;o (TV Cultura). Das lembran&ccedil;as mais vivas, ele guardou no cora&ccedil;&atilde;o a decep&ccedil;&atilde;o da volta para casa, ap&oacute;s a partida. Na rua em que morava, no Rio, um grande banquete havia sido preparado, com mesa repleta de comida e bebida, preparada ao ar livre pela vizinhan&ccedil;a. Entretanto, a rua deserta e a mesa rodeada de cachorros que aproveitavam o abandono da comida cortaram o cora&ccedil;&atilde;o do craque para sempre.  Em 1993, Barbosa voltaria a receber uma demonstra&ccedil;&atilde;o lament&aacute;vel de intoler&acirc;ncia e grande discrimina&ccedil;&atilde;o, desta vez promovida pela comiss&atilde;o t&eacute;cnica da sele&ccedil;&atilde;o de Parreira, aquele time retranqueiro de futebol burocr&aacute;tico que venceu a &uacute;nica disputa por p&ecirc;naltis numa final de Copa de Mundo. Foi em 1993, e quem conta &eacute; Eduardo Galeano, no seu excelente &ldquo;Futebol ao Sol e &agrave; Sombra&rdquo; (Editora LP&amp;M):  &ldquo;Na hora de escolher o melhor goleiro do campeonato, os jornalistas do Mundial de 50 votaram, por unanimidade, no brasileiro Moacir Barbosa. Barbosa era tamb&eacute;m, sem d&uacute;vida, o melhor goleiro do seu pa&iacute;s, pernas com molas, homem sereno e seguro que transmitia confian&ccedil;a &agrave; equipe, e continuou sendo o melhor at&eacute; que se retirou das canchas, tempos depois, com mais de quarenta anos de idade. Em tantos anos de futebol, Barbosa evitou quem sabe quantos gols, sem machucar nunca nenhum atacante.  Mas naquela final de 50, o atacante uruguaio Ghiggia o tinha surpreendido com um chute certeiro da ponta direita. Barbosa, que estava adiantado, deu um salto para tr&aacute;s, ro&ccedil;ou a bola e caiu. Quando se levantou, certo de que havia desviado o tiro, encontrou a bola no fundo da rede. E esse foi o gol que esmagou o est&aacute;dio do Maracan&atilde; e fez o Uruguai campe&atilde;o.  Passaram-se anos e Barbosa nunca foi perdoado. Em 1993, durante as eliminat&oacute;rias para o mundial dos EUA, quis dar &acirc;nimo aos jogadores da sele&ccedil;&atilde;o brasileira. Foi visita-los na concentra&ccedil;&atilde;o, mas as autoridades proibiram a sua entrada. Naquela &eacute;poca, vivia de favor na casa de uma cunhada, sem outra renda al&eacute;m de uma aposentadoria miser&aacute;vel. Barbosa comentou:  &#8211; No Brasil, a pena maior por um crime &eacute; de trinta anos de cadeia. H&aacute; 43 anos pago por um crime que n&atilde;o cometi.&rdquo;(p.94)</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/sobre-barbosa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>Pio mantêm o Santa no coração</title><link>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/pio-mantem-o-santa-no-coracao/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/pio-mantem-o-santa-no-coracao/#comments</comments> <pubDate>Tue, 15 Nov 2005 21:24:00 +0000</pubDate> <dc:creator>inacioesama</dc:creator> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category> <category><![CDATA[Na parede da memória]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=126</guid> <description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/pio2a.1.jpg"><img src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/200/pio2a.1.jpg" border="0" alt="" /></a> <a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/pioeanalucia.jpg"><img src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/pioeanalucia.jpg" border="0" alt="" /></a></p><p><strong>por Inácio França</strong></p><p>Quando resolvemos escrever sobre o amor entre o Santa Cruz e a torcida coral, era inevitável que incluíssemos os ídolos, personagens dessa história do qual todos nós, torcedores, somos ao mesmo tempo protagonistas e co-autores. Um dos &#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/pio2a.1.jpg"><img src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/200/pio2a.1.jpg" border="0" alt="" /></a> <a href="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/pioeanalucia.jpg"><img src="http://www.blogdosantinha.com/wp-content/uploads/blogger/blogger/1246/1411/1600/pioeanalucia.jpg" border="0" alt="" /></a></p><p><strong>por Inácio França</strong></p><p>Quando resolvemos escrever sobre o amor entre o Santa Cruz e a torcida coral, era inevitável que incluíssemos os ídolos, personagens dessa história do qual todos nós, torcedores, somos ao mesmo tempo protagonistas e co-autores. Um dos nossos objetivos é encontrar e dar voz aos atletas que passaram pelo Santa, encantaram a torcida e desapareceram da vida do clube, mas não da sua história. Me auto-designei responsável por essa tarefa, pois Samarone chegou ao Recife em 1987 e não conhece tantas histórias assim.</p><p>Nessa história de procurar os ídolos do passado, sempre aproveitando um tempinho livre do trabalho, escolhi três nomes para procurar: Gabriel <em>doido</em>, Django e Wilson Carrasco. Dos dois primeiros, nenhuma pista para seguir. Mas Carrasco, meia-esquerda de toque refinado e chute violento, foi fácil. Ele é treinador dos juniores do Ferroviária, de Araraquara.</p><p>Assim que consegui o telefone da casa dele, estava pronto para desligar quando o funcionário perguntou se eu também não gostaria de entrevistar Pio. “Pio? Como é que encontro ele?”. Fiquei sabendo que o titular absoluto da camisa 11 tricolor entre 1974 e 1978, é o diretor de futebol do mesmo clube, hoje na quarta divisão paulista.</p><p>Logo no primeiro contato, percebi que estava conversando com um homem que tem o Santa Cruz no coração: “Uma entrevista para a torcida do Santa? É comigo mesmo”. Pio contou que até hoje tem saudades do Recife e do tempo em que jogou no Santa, onde veio parar meio por acaso. “O Zé Nivaldo e o Mariano Matos tinham ido ao Palmeiras para contratar o Raul Marcel, goleiro, e Celso. Eu tinha sido bicampeão brasileiro como titular daquele time da Academia, que tinha o Ademir da Guia e o Luís Pereira, mas estava só treinando no clube, tinha recusado uma proposta do Botafogo e queria o passe-livre”.</p><p>Alguém do próprio Palmeiras falou de Pio para os dois dirigentes, que foram conversar com o jogador só por desencargo de consciência. Afinal, contratar Pio seria a mesma coisa de, hoje em dia, tentar trazer para o Recife um Marcinho, do Palmeiras, por exemplo. “Percebi que eles eram homens honestos, de palavra, e decidi aceitar a proposta. Passei quatro anos maravilhosos no Recife”.</p><p>A estréia foi contra a <em>coisa</em> (que, naquele tempo, ainda não era chamada assim, mas neste blog não citamos os nomes dois outros times locais). “Tinha um jogador paraguaio no time deles, um tal de Molina, que era a estrela, tinha sido da seleção paraguaia e tudo mais. Quando começou o jogo, pensei: ‘vou pra cima dele. É ele ou eu’. Entortei o cara, até hoje ele me procura. Ganhei a torcida na estréia”.</p><p>Pio foi bi-super em 1976 e chegou às semifinais do Brasileirão em 1975. Depois de uma briga com Evaristo de Macedo &#8211; treinador que ele considera um grande profissional, mas que, de acordo com suas lembranças, sempre se coloca do lado dos cartolas em detrimento dos jogadores -, aceitou uma proposta do Colorado (clube que na década seguinte fundiu-se com o Pinheiros para formar o Paraná Clube) e partiu para Curitiba.</p><p>Além de diretor da Ferroviária, ele é professor universitário no curso de Educação Física da Unesp e olheiro da seleção da universidade, umas das mais importantes do estado de São Paulo, ao lado da USP e Unicamp. É casado com Ana Lúcia (“ela guarda todas fotos e álbuns de figurinhas daquela época”, diz ele) e tem três filhos: Alexandre, Luciana e Liliana. Seu nome verdadeiro é Osmar Alberto Volpe. E como hoje ele completa 61 anos, resolvemos publicar esse texto como presente de aniversário da torcida do Santa Cruz.</p><p><strong>Nas fotos: em 1975, titular da ponta-esquerda do Santa (imagem do arquivo do Diário de Pernambuco, cedida com exclusividade para o <em>Blog do Santinha</em>). À direita, trinta anos depois com a esposa Ana Lúcia.</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/pio-mantem-o-santa-no-coracao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Quem é quem no time de 1917</title><link>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/quem-e-quem-no-time-de-1917/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/quem-e-quem-no-time-de-1917/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 Nov 2005 14:07:00 +0000</pubDate> <dc:creator>inacioesama</dc:creator> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category> <category><![CDATA[Na parede da memória]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=117</guid> <description><![CDATA[<p><a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1246/1411/1600/time%20de%201917.jpg"><img alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1246/1411/320/time%20de%201917.jpg" border="0" /></a> O time, segundo a legenda da pr&#243;pria foto &#233;: Am&#233;rico, Pitota, Tiano, Tasso e An&#237;sio, em p&#233;, l&#225; em cima. Mendes, Te&#243;filo e Manoel Pedro, agachados, no meio. Jorge, Ilo Just e Mangabeira sentados, embaixo. &#201; f&#225;cil verificar que a &#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1246/1411/1600/time%20de%201917.jpg"><img alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1246/1411/320/time%20de%201917.jpg" border="0" /></a> O time, segundo a legenda da pr&oacute;pria foto &eacute;: Am&eacute;rico, Pitota, Tiano, Tasso e An&iacute;sio, em p&eacute;, l&aacute; em cima. Mendes, Te&oacute;filo e Manoel Pedro, agachados, no meio. Jorge, Ilo Just e Mangabeira sentados, embaixo. &Eacute; f&aacute;cil verificar que a sequ&ecirc;ncia impressa n&atilde;o &eacute; exatamente essa, mas como o goleiro (de camisa clara) desse time era Ilo Just, &eacute; f&aacute;cil deduzir que o segundo citado na legenda &eacute; o segundo sentado, mais abaixo da foto. Ou seja, na &eacute;poca em que a foto foi publicana (final dos anos 60) a ordem da publica&ccedil;&atilde;o se dava de baixo para cima. O tricolor que nos enviou esse material, <strong>Rodrigo Salgado</strong>, informa que as fotos foram extra&iacute;das dos fasc&iacute;culos <em>Conhe&ccedil;a o Santa Cruz, </em>publicados em 1969 por ocasi&atilde;o do anivers&aacute;rio de 55 anos do clube. <strong>Nota da reda&ccedil;&atilde;o: Meu av&ocirc;, que era rubro-negro, contava que Pitota e o goleiro Ilo Just foram os primeiros &iacute;dolos da torcida tricolor. Pitota, depois de largar o futebol, fazia exibi&ccedil;&otilde;es em times das usinas, provavelmente recebendo alguns trocados por isto. Meu av&ocirc; o viu jogar em partidas no campo da usina Ti&uacute;ma, em S&atilde;o Louren&ccedil;o da Mata. (In&aacute;cio Fran&ccedil;a)</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/quem-e-quem-no-time-de-1917/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Na parede da memória: o time de 1917</title><link>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/na-parede-da-memoria-o-time-de-1917/</link> <comments>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/na-parede-da-memoria-o-time-de-1917/#comments</comments> <pubDate>Thu, 10 Nov 2005 17:09:00 +0000</pubDate> <dc:creator>inacioesama</dc:creator> <category><![CDATA[Ídolos do passado]]></category> <category><![CDATA[Na parede da memória]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.blogdosantinha.com/?p=114</guid> <description><![CDATA[<p><a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1246/1411/1600/Santa%201917%20sem%20os%20nomes.jpg"><img alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1246/1411/320/Santa%201917%20sem%20os%20nomes.jpg" border="0" /></a> Encerrada a s&#233;rie de fotos hist&#243;ricas da constru&#231;&#227;o do est&#225;dio do Arruda, iniciamos hoje uma nova sequ&#234;ncia de fotos de forma&#231;&#245;es dos times que, desde 1914, defenderam as cores preta, branca e vermelha. Desta vez, al&#233;m do acervo do Di&#225;rio &#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1246/1411/1600/Santa%201917%20sem%20os%20nomes.jpg"><img alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1246/1411/320/Santa%201917%20sem%20os%20nomes.jpg" border="0" /></a> Encerrada a s&eacute;rie de fotos hist&oacute;ricas da constru&ccedil;&atilde;o do est&aacute;dio do Arruda, iniciamos hoje uma nova sequ&ecirc;ncia de fotos de forma&ccedil;&otilde;es dos times que, desde 1914, defenderam as cores preta, branca e vermelha. Desta vez, al&eacute;m do acervo do Di&aacute;rio de Pernambuco, vamos precisar da colabora&ccedil;&atilde;o de tricolores espalhados por esse Brasil varonil e por esse mundo-de-meu-deus. O primeiro a colaborar foi <strong>Rodrigo Pinto Moura Salgado</strong> que nos enviou preciosas fotos antigas, acompanhadas desta mensagem: &quot;Tenho muito material aqui em casa sobre o <em>Mais Querido</em>,incluindo fotos, mat&eacute;rias de revistas antigas sobre o Santinha. Se quiserem, posso ficar mandando semanalmente para que sejam postados a&iacute; no blog. Valeu. Tudo o que puder fazer para elevar o nome do tricolor mais querido do Nordeste, farei, ok? Abra&ccedil;&atilde;o de um tricolor mais do que fan&aacute;tico!&quot; <strong>Al&eacute;m das fotos, propomos uma brincadeira: tentem acertar os nomes dos jogadores perfilados. Para dar o palpite, basta usar a se&ccedil;&atilde;o de coment&aacute;rios. O primeiro que acertar, ser&aacute; convidado para a feijoada na casa de Jo&atilde;ozinho, com direito a vale-transporte para quem n&atilde;o tiver carro. Amanh&atilde;, sexta-feira, publicaremos os nomes dos 11 jogadores do time de 1917. </strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blogdosantinha.com/idolos-do-passado/na-parede-da-memoria-o-time-de-1917/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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