Rádio do Santinha 1 - Santa Cruz 5 x 0 coisa (1976)
Por Anizio Silva, Designer e Editor de Som Jr.
Finalmente estreamos hoje a Rádio do Santinha! Em nosso podcast, vamos publicar narrações de jogos históricos, crônicas, entrevistas e músicas do Mais Querido - inclusive os hits da Sanfona Coral.
A primeira edição da Rádio do Santinha contém a narração do quinto gol do jogo Santa Cruz 5 x 0 coisa, marcado por Vôlnei em 26/03/1976. O interessante é que o chocolate foi aplicado quando a hello-kitty vinha numa seqüência de vários jogos invictos. Inspirador, não é? Agradecemos ao pessoal da comunidade do orkut Santa Cruz Multimídia, onde encontramos essa jóia.
Achou pouco um minuto e 5 segundos? Esta é apenas uma canja do que vem por aí, mas nos ajude informando se escutou bem o berro do locutor, se abriu legal ou se travou o seu PC, etc. & tal.
Para complementar, um depoimento do tricolor Enildo Lemos, que segundo o amigo Dimas do blog Torcedor Coral “é uma enciclopédia viva do futebol tricolor. A riqueza de detalhes dos eventos e jogadores faz de Enildo uma memória vida da história do Santa Cruz”.
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Relato o que para mim foi um dos momentos mais felizes na minha trajetória de torcedor do Santa Cruz:
Transcorria o mês de maio/76, e a torcida tricolor estava meio “ressabiada” com a campanha do time no pernambucano daquele ano. Após a ressaca da brilhante campanha do Brasileirão de 75, no qual só não fomos para a final por conta de um juiz mau caráter que beneficiou explicitamente o Cruzeiro em pleno Arrudão, o Santa Cruz inicia o ano de 76 sem três titulares absolutos: Fumanchu tinha retornado ao Vasco, Pio aceitou uma proposta melhor do Grêmio Maringá (retornaria no meio do campeonato), e Ramon fora vendido para o Internacional-RS, isso sem falar que Mazinho, o “Deus de Ébano” estava no estaleiro por causa daquela entrada criminosa de Júnior, do Flamengo, quando eliminamos eles das semifinais do brasileiro em pleno Maracanã.
Para o lugar de Fumanchu, trouxemos de volta Betinho (que nunca acertou na barbie), numa troca envolvendo o ex-júnior Zé Maria; para o lugar de Ramon, efetivamos Nunes, que era reserva em 75, mas demonstrava ter um grande potencial; para o lugar de Pio, promovemos o júnior Santos, ponta-esquerda titular da seleção olímpica, e para o lugar de Mazinho, foi efetivado Vôlnei, jogador que na temporada passada sempre “deixava o seu” quando entrava, sem falar na sua exuberante técnica.
Na quarta-feira que antecedia o domingo (dia das mães), a coisa havia aplicado uma sonora goleada no Íbis, e liderava isoladamente o 1º turno, com o Santa Cruz não passando de um empate sem gols com o América, estando naquele instante, a 01 ponto do líder, e no domingo teríamos justamente o primeiro confronto entre ambos no campeonato. Vale ressaltar que o goleiro da coisa estava “zerado” e todos diziam que, uma vez desfeito o ataque do ano anterior, o Santa Cruz não teria condições de fazer gols na “Muralha da Ilha”. A torcida tricolor prontamente se mobilizou e garantiu o prêmio de, na época, Cr$ 500,00 (quinhentos cruzeiros), para quem fizesse o “gol desabafo”.
Na época morávamos em Pesqueira, mas no domingo logo cedo, meu Pai, juntamente com toda a família, foi passar o dia em Moreno, onde morava uma irmã da minha mãe. Sugeri logo na saída: Se estamos tão perto, porque não aproveitamos e vamos para o jogo? Apesar dos protestos da minha mãe e irmãs, e para a felicidade minha e do meu irmão, a sugestão foi aceita de imediato, e logo após o almoço, fomos juntamente com um primo ao Arruda (na passagem ainda pegamos um tio, irmão de meu pai, e um amigo dele).
Chovia. O tempo estava horrível, os rubro-negros eufóricos com a campanha diziam que só iriam começar a contar após o 2º gol, mesmo assim éramos a maioria no estádio (pra variar). Não houve preliminar para não prejudicar ainda mais o gramado. Os times entram em campo: Santa Cruz - Picasso, Carlos Alberto Barbosa, Levir, Lula e Pedrinho, Givanildo, Carlos Alberto Rodrigues e Vôlnei, Betinho, Nunes e Santos; a coisa - Toinho, Aranha, Assis, Silveira e Cláudio Mineiro; Cacau, Assis Paraíba e Miltão; Amilton Rocha, Dario e Lima.
O Juiz apita o início do jogo. O Santa Cruz bate o centro e parte pra cima: Silveira, acossado por Nunes, tenta se garantir botando pra escanteio. Betinho bate, a defesa alivia e a bola sobra limpa para Assis Paraíba, Nunes parte pra cima e ele tenta recuar para o goleiro, com o gramado pesado, a bola não toma a velocidade desejada e Nunes, rápido como um raio toca por baixo de Toinho: Pronto! Com 1 minuto e meio de jogo, marcamos o “gol desabafo”. Caía a invencibilidade da até então melhor defesa do campeonato. O Arrudão veio abaixo.
A coisa dá nova saída, o jogo fica truncado, o Santa Cruz agora passa a explorar a velocidade de Santos e Nunes nos contra-ataques, e a coisa desesperada tenta furar o bloqueio tricolor (numa dessas investidas Dario maldosamente machuca Picasso, que sai para a entrada de Gilberto), sem no entanto obter sucesso. O jogo se arrasta tenso, nervoso, tudo podia acontecer.
Aos 35 minutos, Vôlnei aproveita um passe de Betinho, passa por Assis e fuzila Toinho mais uma vez: Santa Cruz 2 x 0. A coisa se desespera, parte desordenadamente para a frente, Santos ainda perde outra chance num contra-ataque rápido. O Juiz apita e termina o primeiro tempo. A torcida festeja.
O Arruda é uma festa só. Começa o 2º tempo e um susto: logo aos 03 minutos, Lima marca, mas o juiz acertadamente anota o impedimento. Protestos, Amarelo pra Lima e Dario, a torcida festeja, àquela altura dava para prever que aquela partida estava ganha. Mas o melhor estava por vir: 12 minutos do segundo tempo, Carlos Alberto Rodrigues lança da intermediária, Vôlnei (na melhor partida que o vi jogar no Santa Cruz) dá um drible de corpo e deixa a dupla de zaga Assis e Silveira falando sozinhos, leva a bola, passa por Toinho e faz 3 x 0. Um resultado que ninguém podia supor.
Aquela altura a coisa estava igual a uma barata tonta. Só dava Givanildo e Carlos Alberto Rodrigues no meio campo. Dario tenta provocar Givanildo puxando seu cabelo, o baixinho se volta e calmamente passa a mão na cara do “peito de aço”, a galera delira. 30 minutos, nova troca rápida de passes, a bola sobra na entrada da área para Carlos Alberto Rodrigues que solta a “bomba”; a bola explode no peito de Silveira e trai Toinho: 4 x 0. No lugar de dia das mães, estávamos participando do carnaval tricolor fora de época!
Os 4 x 0 foram demais para Dario que “cavou” sua expulsão, aí o Santa passou a dar olé, deixando atônita a tão propalada “seleção do nordeste”, que passou a apelar para faltas violentas, mas nem para isso eles tinham competência. Resultado: bola com Vôlnei, que ganha da zaga na corrida e … GOL, 5 x 0, era bom demais, a chuva no céu e a chuva de gols no campo. No final do jogo, meu primo César, ainda consegue lembrar-se de uma frase do meu tio Nilvan, provocando os torcedores da coisa que se dirigiam ao Arruda: “Bem que o Sr. falou que aqueles rubro-negros iriam voltar pra casa com a bandeira enrolada embaixo do braço: dito e feito”.
Eu, do alto dos meus doze anos, já tinha consciência que nunca iria me esquecer daquele dia e profetizava: Esse ano não vai ter pra ninguém! o título já é nosso! Só não poderia prever que aquele (1976) seria o ano do nosso bi-supercampeonato, naquela final memorável com a barbie, mas isso já é outra história…
Obs.: O texto foi enviado originalmente pelo autor, Enildo Lemos, para o extinto site www.santacruz.esp.br em 2001, e recentemente foi publicado no blog Santa Cruz - Jogos Inesquecíveis, do tricolor Valter Azevedo. Confira no Blog Torcedor Coral outro texto de Enildo.
Nota do Editor Jr: Tomei a liberdade de adequar o texto ao nosso manual de redação & estilo, que “recomenda o uso das palavras coisa e barbie escritas assim, com letras minúsculas. (…) evitem usar os nomes próprios dos demais clubes de futebol do estado de Pernambuco e, caso isso não seja possível, manter a letra inicial minúscula.”






Julio Vila Nova
6 de abril de 2007 às 0:30
Anízio, master webdesigner e DJ das multidões, muito massa a novidade. Registro histórico valioso! Parabéns!
Anizio Carlos da Silva
6 de abril de 2007 às 0:38
Grande Júlio, valeu mesmo, e precisamos da sua contribuição musical! Se tiver músicas sobre o clube, envia pra mim! Ah, estou com algumas idéias… que tal fazer uma série com músicas dos grandes artistas tricolores?
Marcos Velloso
6 de abril de 2007 às 0:44
Sensacional! Temos que manter essa maravilhosa história do Santa viva.
Só uma coisa sobre a situação atual: por que Edinho tem insistido tanto em contratar um goleiro. Não acho que é prioriodade e o próprio Sylvio Belem disse isso quando se reuniu com alguns torcedores num dia de treino. Parace que o presidente quer fazer tudo. E vai contratando mal….mas só não contrata um técnico!!!
ducaldo
6 de abril de 2007 às 3:22
Anízio, eu já ouvi umas cinco vezes em alto e bom som (com fones, é claro). Tá tudo perfeito.
Já estou até imaginando que, quando houver arquivos em número suficiente, vou poder tomar umas ouvindo músicas de artistas tricolores e gols do Santinha. A trilha sonora perfeita para esquecer esses tempos de crise.
Meus parabéns e som na caixa!
ducaldo
6 de abril de 2007 às 3:32
Fiquei tão entusiasmado com a “Rádio Santinha” que esqueci de elogiar o grande texto do Enildo. O Cara é fera. Sabe tudo e o resto sobre nosso clube.
Eduardo Ramos
6 de abril de 2007 às 7:43
Foi uma das vitórias mais gostosas que eu assisti juntamente com o meu saudoso pai. Eu cursava o penúltimo semestre de um ano de muitas alegrias, pois o nosso SANTA foi Super-Campeão e me formei em engenharia elétrica na UFPE. Passei a semana afônico. A cada gol, o grito saía mais forte, numa mistura de alegria ppor ser TRICOLOR com o desprezo com aquilo que eles chamavam de Seleção do Nordeste. Parabéns para a dulpa Enildo e Anízio, tào competente quanto foi naquele memorável jogo, a dupla Nunes e Volnei.
Eduardo Ramos
6 de abril de 2007 às 7:50
Não quis misturar a alegria das recordações trazidas por Enildo e Anízio com o meu receio sobre as contratações que Edinho está fazendo, não sei se com o aval de toda a diretoria, ou somente com o de Charles e Givanildo. Este último saiu e sua alma fica rondando o Arruda, igual a novela da Globo (nunca vi tanta alma na TV!). As duas últimas contratações foram baseadas em 2 jogos contra o SANTA, de um time chamado Ulbra, de Rondônia, com todo o respeito ao time e ao estado. O currículo dos dois não permite o menor entusiasmo pra TORCIDA. Podem até jogar muita bola mas tenho minhas dúvidas. Insiste o nosso Presidente e o restante da diretoria de futebol, em fechar os olhos para a contratação de jogadores já comentados aqui: Joelson, Rivelino, Augusto Recife, entre outros. Não pretendo me candiadatar a Profeta do Apocalipse, e muito menos, tenho qualquer intenção em ser um pessimista de plantão mas, duvido muito que os contratados joguem mais bola que Joelson e Rivelino.
Eduardo Ramos
6 de abril de 2007 às 8:02
Nas recordistas meias (126 acessos, um dos temas foi o choro de Edinho quanto às dívidas. Dívidas se paga com o resultado do lucro de uma administração eficiente, de resultados, e não, com lágrimas. Deve mais de R$ 200.000,00 à Celpe? Telefonei e estive pessoalmente com Fred Arruda, deixei mensagens neste blog, e até hoje, as cópias das contas de energia elétrica nunca chegaram às minhas mãos para que eu fizesse, como me comprometi, a fazer uma análise técnica sobre as mesmas. Sylvio Belém e Fred Carvalho me conhecem de longas datas. Continuo esperando que disponibilizem as cópias das contas. Não fazemos milagres mas, sou engeneiro eletricista, fui engenheiro da Celpe e, trabalho em auditorias de contas de energia elétrica e eficiência energética. Um órgão público federal reduziu seus gastos com a Celpe em 30% (trinta por cento) após meu trabvalho. Cada caso é um caso mas, e o caso do nosso SANTA? Quero registrar que me oferecei para fazer o trabalho, sem qualquer remuneração. Por amor ao meu clube, por ser um cidadão das Repúblicas Independentes do Arruda.
Eduardo Ramos
6 de abril de 2007 às 8:13
Prometo que é a última mensagem minha até os próximos 30 minutos. O treinador (não confundam com Técnico) Charles Muniz - um dos 5 melhores do Brasil na sua faixa salarial, segundo Edinho -, vai entrar com Michel na lateral esquerda pois Marquinhos Caruaru está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. A questão: por que não entra com Fabiano? Nas duas vezes que entrou como titular, o SANTA venceu. Qual a motivação que tem Fabiano? Nenhuma. Barrado por uma desgraça chamada Michel e que ainda não é da posição. É pra desanimar qualquer um.
Dimas Lins
6 de abril de 2007 às 9:38
Anízio,
Ficou muito bom. Grande iniciativa!
Quanto a Enildo, o cara é de fato uma memória viva do Santa Cruz. Que outros iguais a ele se apresentem para que nós, simples mortais, possamos refrescar nossa fragilizada memória.
Saudações tricolores,
Dimas Lins
Eurico - sócio em dia
6 de abril de 2007 às 12:18
mas uma grande sacada deste blog. parabéns. mas falando do nosso clube, é de se admirar o fato narrado pelo eduardo ramos. se ofereceu para trabalhar e até agora não recebeu nenhum retorno do clube. ora, depois não podem ficar reclamando que a torcida se afastou, ou será que só querem ajuda se for financeira? no início da gestão o próprio edinho disse que acabou o tempo do talão de cheque, concordo plenamente.
parece que as coisas só irão funcionar se o time estiver ganhando, mas fica evidente que isto vem do clube e não da torcida. pelo que falou eduardo ramos, ele não condicionou a ajuda para análise das contas a campanha do time. assim como eduardo, tenho certeza que existem outros tricolores, bons profissionais, que estariam dispostos a trabalhar pelo santa cruz. cabe ao clube convocar estes torcedores e não ficar choromingando pelos quatro cantos do mundo.
com relação as contratações, edinho não pode reclamar de ser criticado ao contratar um maloqueiro como Russo e insistir tanto em trazer um ex-goleiro como Danrley. isto é o preço que se paga por contratar jogadores polêmicos, desordeiros e maus-caracteres.
SOU SÓCIO.
Eduardo Ramos
6 de abril de 2007 às 13:41
Eurico, você está correto. O nosso SANTA pode contar com todos nós. Voltando ao futebol: no próximo domingo, para “motivar”(sic!) aos jovens Jairo e Fabiano, o treinador (não confundir com técnico) Charles Muniz vai escalar Robson Luiz e Michel, este último, improvisado na lateral esquerda. Não é questão financeira, é questão de competência.
Pesquisei sobre Robson Luiz e descobri este comentário de um torcedor vascaíno, em novembro de 2005, quando Robson Luiz chegou a fazer dupla com Romario-999. Leiam o texto:
“Realmente o Robson é craque…ou seria LSD? Se ele é craque, LSD ou ecstasy eu não sei, mas que ele é uma droga isso eu tenho certeza!”
“E por falar em Peso e em Droga….O Robson eh uma droga muito pesada….literalmente!!”.
Tomara que eu e 99% da Torcida queimemos nossas línguas, mas, esse Robson Luiz pode ser colocado no mesmo balaio com Sidrailson, Juliano e Michel.
SAUDAÇÕES DAS REPÚBLICAS INDEPENDENTES DO ARRUDA.
Gerrá
6 de abril de 2007 às 16:22
ficou massa anizio!!!
eltonssssssss
6 de abril de 2007 às 20:23
Atiroooooooooou na trave, voltou vôlnei…
goooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooollllllllllllllllllll
mauricio
6 de abril de 2007 às 20:38
Boa Anízio a iniciativa da radio do Santinha, valeu.
Eu também não me canso de ouvir o gol de Vôlnei na leoa do chié, eita humilhação na “seleção do Nordeste”. eheheh…
E que enciclopédia é esse Enildo, heim?
Valeu mesmo Enildo.
SAUDAÇÕES TRICOLORES!!!
beto gandula
6 de abril de 2007 às 20:43
valeu!
Anizio Carlos da Silva
6 de abril de 2007 às 20:45
Amigos, deu uma doida aqui no blog, e desde o meio da tarde não era possível colocar os comentários.
Se acontecer de novo, por favor nos informem no email blogdosantinha@gmail.com, beleza?
Um abraço!
Obs.: No jogo de domingo contra a Cabense, esperamos gravar os gritos de gol!
Erick Ramo
6 de abril de 2007 às 22:52
Muito bom!
Temo que essas boas lembranças do nosso passado glorioso sejam as únicas coisas que nos restam, pois o presente é lamentável e o futuro, obscuro.
Saudações Tricolores,
ERICK RAMO
Julio Vila Nova
6 de abril de 2007 às 23:57
Também esqueci de elogiar o texto de Enildo. Valeu!! Anízio, excelente a idéia da trilha sonora tricolor. Começa logo botando aí “Nasci Tricolor”, de Bráulio de Castro, com Bubuska cantando.
rubemjunior
7 de abril de 2007 às 8:50
Bom dia!!
Parabéns pela idéia de colocar o gol marcado por Volnei, mas vcs esqueceram de enaltecer o grande narrador que fez estórias gritando vários gols do Santa na época.
Trata-se de Ivan Lima ” Gandulão de Ouro ” o melhor narrador de futebol que já presenciei.
Saudações Corais ao grande Ivan Lima que se encontra no plano espiritual superior.
Abraços aos tricolores Santa Cruzenses.
diogo tri-metal
7 de abril de 2007 às 9:45
olho ficou arretado to arrepiado so de imaginar vamo da-lhe nessa leoa.
Bruno Dantas
7 de abril de 2007 às 14:58
excelente!!
António
8 de abril de 2007 às 14:46
Só para deixar um comentário aqui p’ró Anízio
pedro henrique
13 de abril de 2007 às 15:06
eu sou tricolor de coracao
max eduardo
27 de julho de 2007 às 9:36
POXA ADOREI ESSE BLOG, E O QUE EU MAIS GOSTEI FOI DA HISTORIA DOS 5 X 0 CONTRA A COISA QUE EU NÃO SABIA DESSA GOLEADA QUE EU SOU DE 92 TENHO 15 ANOS MAIS MESMO ASSIM EU ADOREI BLZ ,
OLHA MESMO 5 X 0 E LOGO NA COISA