Blog do Santinha

Crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre o Santa Cruz Futebol Clube e a torcida mais apaixonada do Brasil

Fatos & Fotos de Santa 2 x 1 Goiás

A entrada triunfal da Sanfona no estádio José do Rego Maciel

Reparem bem nessa foto: em vez do cara comemorar o segundo gol, foi tirar foto da euforia dos outros! Tem doido pra tudo nesse mundo.

A "puliça" retirou a faixa da Sanfona, colocada detrás do gol da rua das Moças. Durante o programa de Jorge Soares, um enxerido entrou no ar dizendo que tinha sido uma arbitrariedade da diretoria porque o Blog do Santinha e a Sanfona Coral fazem oposição aos cartolas. Na verdade, a faixa estava num local fora das especificações da FPF e já foi devolvida sem maiores problemas. Mas nós continuamos independentes dos cartolas e sem simpatia alguma pela "puliça".

Coluna social: o professor Horácio Reis aproveitou brecha na agenda do Ministério da Educação para rever o Santinha


As fotos acima foram feitas e enviadas pelo publicitário Róbson Senna, fotógrafo oficial do Blog do Santinha

Fatos & Fotos de Santa 2 x 1 Goiás

A entrada triunfal da Sanfona no estádio José do Rego Maciel

Reparem bem nessa foto: em vez do cara comemorar o segundo gol, foi tirar foto da euforia dos outros! Tem doido pra tudo nesse mundo.

A “puliça” retirou a faixa da Sanfona, colocada detrás do gol da rua das Moças. Durante o programa de Jorge Soares, um enxerido entrou no ar dizendo que tinha sido uma arbitrariedade da diretoria porque o Blog do Santinha e a Sanfona Coral fazem oposição aos cartolas. Na verdade, a faixa estava num local fora das especificações da FPF e já foi devolvida sem maiores problemas. Mas nós continuamos independentes dos cartolas e sem simpatia alguma pela “puliça”.

Coluna social: o professor Horácio Reis aproveitou brecha na agenda do Ministério da Educação para rever o Santinha

As fotos acima foram feitas e enviadas pelo publicitário Róbson Senna, fotógrafo oficial do Blog do Santinha

Enfim…

A Sanfona Coral e a alegria voltam ao Arrudão

por Inácio França
Ainda na arquibancada, logo depois do segundo gol, comecei a me preocupar: como seria possível traduzir a emoção experimentada por todos nós, tricolores, no momento do gol da virada? Não era decisão de campeonato, mas comemorávamos como no jogo mais importante das nossas vidas. O resultado não nos tirou da lanterna, mas nos abraçamos como quem testemunha um momento histórico. Foi nosso reencontro com a esperança. E o reencontro dos jogadores com a vontade de vencer. Durante e depois do jogo, a garra dos nossos jogadores era unanimidade. Mas apenas garra e correria não são capazes de explicar a enorme diferença entre a partida de ontem e as vergonhosas atuações dos 10 primeiros jogos. O time acertou passes, a marcação foi eficiente já na linha do meio-de-campo, o ataque não ficou isolado. A garra de Váldson, a precisão de Cássio e a solidariedade de Nenem extravasaram o gramado, inundaram as arquibancadas e nos fizeram esquecer a sina das humilhações anteriores.
Continuamos na última posição, mas, enfim podemos torcer. Antes, nem isso. Infelizmente, a história é implacável. Com o passar dos dias, a partida de ontem será apenas uma no meio da tabela, mais uma no meio de centenas de jogos do campeonato, mais uma entre dezenas que o Santa Cruz terá disputado até o final do ano. E a frieza dos números ou dos relatos jornalísticos jamais traduzirá a fé que saiu em velocidade dos pés do camisa 11, no instante do chute a gol. As resenhas radiofônicas também são incapazes de reproduzir o sentimento de quem recupera a confiança.
*****

 
 
Diálogos avulsos colhidos por observadores privilegiados e ouvintes atentos na noite de ontem:
 
- A defesa tá uma bosta! Vamos perder de novo!
 
- Que nada, rapá. Levamos o gol por azar. Foi azar.
 
- Ah, é? Então vai no Mercado de São José e pede meio quilo de sorte pra gente – dois sujeitos na arquibancada, logo depois do gol do Goiás.

*****
 
- Vai, Tiririca!
 
- É Tiririca não, o nome dele é Márcio Mexerica.
 
- E Mexerica é nome de homem? Vai ser Tiririca, Mexerica é nome de frutinha – outros dois sujeitos próximos à Sanfona Coral, pouco antes do gol da virada.

*****

-
Eu jogo melhor que esse Nenem! – o jornalista Júlio Bandeira, depois que Nenem perdeu um gol no primeiro tempo.
- Vou entrar de férias em agosto, entrar em forma e pedir a vaga desse Nenem - o mesmo jornalista, no intervalo da partida.
 
- Vai ser gol de Nenem! Quer apostar que vai ser gol de Nenem? – Júlio Bandeira, quando o Santa já vencia por 2 x 1.

*****
 
- Cadê Samarone? Ele tá com medo de vir, é? – leitores do blog, antes do início da partida
 
- Se o Santa ganhar, Samarone pode ficar em casa até o final do ano – leitores do blog, animados com a garra do time.
- Tá tudo certo: o próximo jogo de Samarone vai ser contra o Serrano, em 2007 – os mesmos leitores, faltando cinco minutos pro final da partida.

Pessimismo em campo

Faltam uma hora e quarenta minutos para o Santa Cruz retomar sua participação no Campeonato Brasileiro da primeira divisão e, a julgar pelo resultado da enquete que iniciamos há uma semana e acabamos de encerrar, o time entrará em campo com uma multidão de torcedores pessimistas esperando nas arquibancadas.

Entre os 161 votantes, 113 (ou 70,19% do total) não acreditam que a reestruturação realizada durante o recesso da Copa do Mundo irá dar bons resultados. Outros 25 tricolores (15,53% do total de participantes da enquetes), se dizem otimistas, mas continuam com um pé atrás, ou seja, acreditam que o time irá melhorar, mas não o bastante para livrar o Santinha do rebaixamento.

Os otimistas puro-sangue são minoria: apenas 23 tricolores (14,29%) apostam na permanência na Série A em 2007.

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