Quem faz reveillon é barbie, a gente toma é cachaça

Uma das célebres farras etílico-musicais da Sanfona Coral

Confraternização de 2005: a tradição será mantida, e tome cana
Por Ferreira Junior
Se é para beber todas e felicidade geral do povão: sábado tem cachaça no Mercado da Boa Vista. A partir das 10h57, a Torcida Musical Desorganizada Sanfona Coral, vai tomar uma lá no mercado.
Depois dos pedidos da turma do “vamos cegar”, a Sanfona Coral se reuniu e após muita discussão, tentativas de contato com Samarone e consulta ao preparador fígado Stênio, ficou decido: vai ter confraternização com cachaça. Outro motivo que levou tempo para ser resolvido foi onde seria a farra, mas torcedor que se preza, deve ser supersticioso, ter medo de macumba e fazer promessa pra Nossa Senhora da Conceição.
Segundo o sanfoneiro Chiló, já é tradição a Sanfona Coral fazer sua passagem de ano lá no mercado.
Ivan da Burra “queria porque queria” fazer amigo secreto, mas foi resolvido que isso é coisa de barbie e não vai ter amigo secreto “porra” nenhuma.
Com os avanços tecnológicos do Blog do Santinha, a Sanfona Coral vai aproveitar o sábado festivo para começar a gravar um videoclipe, e pede para quem tiver filmadora, celular, máquina digital, relógio, telefone sem fio ou qualquer objeto que grave imagens, que leve no próximo sábado.
Malvina do triângulo convida as tricolores para sábado: "Quero mostrar que não só tem torcedora fantasma no Santa Cruz!!!"
Sábado parece que promete, só falta aparecer a Minha Cobra e Samarone chegar montado num jumento.
*****
Promessa é dívida III
Eis aí o recibo da nossa contribuição ao clube, assinado pelo superintendente Luís Cláudio.











ZÉ PAULO
20 de dezembro de 2006 às 14:18
Eita q vai ser du carai!! fico doidinho quando escuto Jacksom do Pandeito, Sivuca, Nação Zumbi e principalmente a turma da Sanfona CORAL!!
Gerrá, cadê a minha cobra??!!! bem q tu poderia levar ela pra confraternização. Tu também não quer dividir ela com ninguém rapaz!!! kkkkkkkkkkkk
CARLOS TRICOLOR
20 de dezembro de 2006 às 14:31
Estou de acordo com muitos tricolores que estão cansados com a ingratidão de Givanildo Oliveira e Marco Antonio, agora que eles foram dispensados da COISA, num instante querem ir para o Santa, Givanildo nos deixou na mão faltando 3 jogos para o fim do campeonato, e este perna de pau do Marco Antonio preferiu ir para coisa ao retornar para o mais querido, acho bom ele ter sido esculachado e dispensado de lá, pois ele mostrou que não merece consideração.
Só volto a me associar ao santa quando os dois saírem.
CARLOS TRICOLOR
20 de dezembro de 2006 às 14:34
Marco Antonio chegou a afirmar em 2005 que os dois times de Pernambuco na final não iriam subir para a primeirona em 2006, e que aí o sport iria mostrar quem é melhor! Ele afirmou que iriam ter todos os clássicos de Pernambuco na 2 divisão. ou seja ele estava torcendo para que o santa não subisse para a primeirona em 2005. Aliás com o brilhante desempenho que ele teve na coisa (SENDO DISPENSADO), creio que ele será o primeiro a pegar o beco.
Júlio César de Farias Fabrício
20 de dezembro de 2006 às 14:40
Marco Antônio vai ser artilheiro do pernambucano e o Santa Cruz vai ser campeão!!! Ô Ô Ô Givanildo e tricolor!!!
Júlio César de Farias Fabrício
20 de dezembro de 2006 às 14:41
Ei Anízio, parabéns pelas modificações no Blog, ficou mais dinâmico e todo modernoso, é isso aí!!!
Júlio César de Farias Fabrício
20 de dezembro de 2006 às 14:45
Foi mal Gerrá, não pude ir pro Arruda domingo, em compensação regularizamos nossa situação de sócios eu e meu pai no início da semana passada, o pessoal aqui de Surubim está ansioso esperando o site Coralnet para imprimir os boletos e associar-se tb!!!
Edward Oliveira
20 de dezembro de 2006 às 14:51
Torcida tricolor, esta crônica mesmo tendo se passado um bom tempo desde que foi escrita, emociona de uma tal forma como se este fato estivesse sendo narrado agora, qual tricolor não se lembra do jogo Sampaio Correia 1 x 2 Santa Cruz em 99? qual tricolor que quase não teve um infarto neste jogo? pois bem, respirem fundo e conheçam a Besta Fubana.
Por Artur Perrusi em 02/11/1999
O ateu moderno
Sinceramente, somente um profundo ateu, do tipo “ímpio fervoroso”, acredita em milagre. Seria preciso acreditar em nada, julgar que tudo vai virar pó, que não vai ter aspirador divino que o recolha, mas apenas um vento de insignificância que o espalhe pelo infinito, para acreditar em milagres.
Paradoxo, tricolores?
Paradoxo, sim, mas paradoxo dessa maluquice ocidental, a modernidade. Certo, ela “desencantou” o mundo, entronizou a Razão e divinizou a Ciência; mas, no mesmo movimento, abriu também a possibilidade de um pluralismo de crenças e uma explosão de esoterismos e novas religiões. Na civilização da racionalidade e da tecnologia esconde-se um subsolo de novos misticismos e novas religiosidades.
O bom adepto do ateísmo era o antigo ateu diante do paganismo romano ou do cristianismo fundamentalista da Idade Média; hoje, o ateu sofre de uma ambigüidade crônica: numa sociedade secularizada, sente a falta de um Absoluto! Se Deus está morto, em quem não acreditar? Diante do crepúsculo dos deuses, o ateu moderno não pode imitar Prometeu e gritar ao Olimpo: odeio todos os deuses! O ateu moderno não odeia a divindade; na verdade, simplesmente morre de medo da ausência de Deus… Procura milagres para atestar a volta da Presença e legitimar a sua descrença.
Acredito que, num tribunal público, diante do dedo acusador de Padre Marcelo, confessaria que tenho medo do escuro e de vampiros. Quando o padre concedesse o primeiros passos de sua dança aeróbica, não sabendo se rio ou se choro, atordoado pela tortura, mas permanecendo perplexo diante do neocatolicismo, confessaria que sou completamente supersticioso em futebol e que acredito em milagres e… maldições.
Sim, maldições! Até então, na verdade, só acreditava em maldições. Depois de tanto sofrimento, achava o Santa Cruz uma praga personificada aliás, somente um profundo ateu, profundamente moderno, poderia escolher um clube com Tal Nome. Então, no último sábado, descobri que podia ser ateu graças a Deus! Deu-se um milagre! Fiat Lux!
E como todo milagre tem uma estória, contarei aos tricolores essa ocorrência extraordinária, que não se explica pelas leis da natureza.
O milagre eu conto como foi
Estava grudado no meu radinho de pilha o apêndice do meu ouvido, quando não tem jogo no Arruda.
Tinha “zapado” tudo que era canal na TV, e só se transmitiam partidas absolutamente insignificantes da primeira divisão; no máximo, um Bahia e Vila Nova, um jogo de classificados. Era incrível!, nenhuma rede de TV estava televisionando o arrebatador Sampaio Correia x Santa Cruz. Ninguém intuía o acontecimento extraordinário que estava por vir. Por isso, sem imagens, fiz o que se faz aqui fora do eixo: apelei para as orelhas!
No fundo, não senti falta da TV. Sou da última cepa que admira profundamente o radinho de pilha. No rádio, até jogo de Parreira torna-se emocionante. E acho um acinte um Raul ou um Mário Sérgio falarem com propriedade do meu clube. Prefiro o garganta de aço, Roberto Queiroz, e os comentários de Ralph de Carvalho, da Rádio Clube; ao ponto de desligar o som da TV e deixar o jogo rolar com a verborragia alegórica desses grandes narradores.
Mas, na hora do jogo, estava pessimista. Escutava por praxe. Descrente do mundo e dos desígnios dos céus. Tinha minhas razões; muitas razões, aliás. O Santa estava saindo de uma crise medonha. Mandara todos os medalhões do time pra fora, já que preferiam bronzear-se na praia de Boa Viagem a jogar futebol. O time agora só tinha pratas da casa. Estava com seu terceiro técnico, o grande formador de jogador, Nereu Pinheiro. Escapara do rebaixamento há pouco, quando arrancara um empate sofrido contra o São Caetano.
E a classificação era praticamente impossível, dependendo de vários milagres: o ABC precisava perder, em Natal, do Bahia; o CRB não podia, em Maceió, ganhar de forma alguma do quase rebaixado Remo, e o Santa precisava fazer o inacreditável: ganhar sua primeira partida fora de casa contra o Sampaio. Este último resultado é que era o mais inverossímil, pois a cobrinha tinha perdido todas as partidas fora, empatando apenas uma contra o Londrina! E o Sampaio vinha com tudo: quatro vitórias consecutivas, a última lá em Bragança, onde metera cinco no Bragantino!
O ABC já tinha perdido do Bahia; portanto, faltavam os outros dois resultados, justamente os mais difíceis. Comecei a escutar o jogo e, de cara, recebi uma ducha de pessimismo: o CRB fizera seu primeiro gol! Enquanto isso só escutava, digamos assim, “milagres”:
- Agaaarra Nílson!!!
- Espaaalma Nílson!!!
- Desafoooga Nílson!!!
- Defeeende Nílson!!!
- Saaalva Nílson!!!
- Rebaaate Nílson!!!
Era o bombardeio do Sampaio e a performance do goleiro São Nílson. Quando acabou o primeiro tempo, estava surdo de tantos Nílsons nos tímpanos e profundamente cético. Um empate já era grande coisa. Pelo menos, não caiu no inferno da terceirona, racionalizei o torcedor é o supra-sumo da racionalização. Suado de tanto nervosismo, meneei a cabeça e fui à varanda dar uma relaxada.
De repente, ao longe, singrando o horizonte, vi um cometa sobrevoando a Cidade do Recife. O cometa era encarnado, preto e branco, como cantava Jackson do Pandeiro! Era um sinal, um sinal! Então, escutei uma voz… era a Besta Fubana:
“- Quem tiver ouvido, oiça. Primeiro vai ter os sinais, depois a Terra emborca e vira o que tem em cima. Valente vai chorar, e frouxo se cagando será mato. A Quentura vai descer de Recife. Ela vai chegar se abanando e dando o peito a mamar aos precisados. Mas, também, os despossuídos de piedade aos pobres vão conhecer a peia que arde por mais de dez anos. A merda vai cobrir o shopping center Guararapes e se esparramar por Boa Viagem. Ela vai chegar alumiada e sombrejada, de uma vez só; e Recife vai ter noite no pingo do meio-dia; noite de galinha subir nos poleiros. Vem de noite e vai descer no telhado do Palácio do Campo das Princesas. Tem duas carreiras de peitos, cada uma com 73 bicos. Cada bico dará de mamar a 215 homens. Com a força de um peido Ela derruba todos os homens brabos dessa terra!”
Não entendi bem a mensagem, mas parecia coerente e fiquei confiante; afinal, fora um cometa tricolor, e a falação era da Besta Fubana. Começou o segundo tempo, e o Santa tinha voltado melhor (primeiro sinal). O Remo empatara (segundo sinal). Vamos, vamos lá! O Remo virou (terceiro sinal)! Não é possível, não é possível! A partida em Maceió acaba! É agora, tem que ser agora! Só depende de tu, Santa Cruz! 33 minutos… 34… 35… 36 minutos… Tinho cobra uma falta, Márcio Allan no rebote…
Viro um cabrito montanhês, e o locutor se esgana na rádio! É gol, é gol do Santa! Milagre, milagre! Obrigado Besta Fubana, Padim Cícero, São Teobaldo, o que for, obrigado! Não sei como agradecer. Querem a minha alma? Tomem, tomem, dou de graça!
O Sampaio parte pra cima; contra-ataque do Santa; Batata na frente do goleiro; vai, vai, passa esse miserável; faz, faz, faz! Aí, tricolores, fui parar no teto! Estava enlouquecido de alegria. Não acreditava em mais nada; aliás, acreditava em tudo. Estava em estado catártico diante da maravilha absurda de um milagre. Dois a zero! Não é possível!
Mas milagre não ocorre assim tão facilmente. Tem que sofrer. Aos 40 minutos, o juiz marca um pênalti duvidoso. O Sampaio diminui. O juiz dá quatro minutos de desconto. Eita pressão danada do Sampaio! Nessa hora, confesso que vacilei. Será que era artimanha do Demo? O Santa faz dois a zero e, depois, cede o empate, deixando escapar a classificação? Nossa, era perversidade demais, nem o Diabo podia ser tão ruim!
Dois expulsos. Briga no campo. E o tempo se eternizando. E comecei a suar, a suar, a feder feito um bode (mau sinal). E estava num profundo silêncio, só ouvindo o locutor. O coração já nas amígdalas. Então, o Sampaio lança o derradeiro ataque; o locutor eleva a voz, nitidamente nervoso; sinto o cheiro de perigo iminente, iminentíssimo; o atacante passa pelo zagueiro, penetra na grande área e, e… e chuta!
O tempo pára. Tudo fica em câmara lenta, como no Julgamento Final. Sinto minha alma penada. Vejo os tucanos no purgatório. Digo “oi”. – E a questão social?, pergunto. Eles esboçam um sorriso meio triste. Os papagaios param de falar. Os cachorros de latir. Os pardais de voar. As galinhas de cacarejar. As flores de brotar. Ieltsin de beber. Clinton diz pra Mônica: espera um pouco!
E, enfim, ouço a trovoada do locutor:
- Níiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiilson, MI – LA – GRO – SA – MENTE!!!!!
Cato meus cabelos no chão.
O jogo acaba…
Estou exausto; milagre cansa.
Coloco minhas caixas de som na varanda e meto pra Deus e Capiba escutar o Hino do Santa, em agradecimento. E também pra afugentar rubro-negro. Morrem de medo do terror do Nordeste…
Bem… e agora, tricolores?
Agora é o São Caetano, líder e melhor time da segundona, clube sem torcedor e média de público um pouco acima de duas mil pessoas. Vamos ver o que vai fazer diante de 80 mil tricolores ensandecidos e acreditando, sim, acreditando piamente em…
Milagre!
è Avante Vitória!
Besta Fubana, hoje em dia é o nome da torcida organizada do Santa Cruz em Brasília.
Anizio Carlos da Silva
20 de dezembro de 2006 às 15:18
Edward, esse Perrussi é arretado mesmo. Viva a Besta Fubana, espero que em breve a Sanfona viaje pros jogos da série B em Brasília, e possamos filmar e gravar tudinho.
José Carlos Tabosa ( O TRICOLOR SADIO)
20 de dezembro de 2006 às 16:02
Caro “CARLOS TRICOLOR” todos temos que fazer a nossa parte, não é hora de olhar pra trás, não é hora de criticar, é hora de nos unirmos e reerguer o GIGANTE ADORMECIDO.
VIVA O SANTA CRUZ!!! VIVA!!! VIVA!!!
Andrey
20 de dezembro de 2006 às 17:22
Essa crônica é de arrepiar…
“Um homem só é completo quando tem uma mulher pra amar, um ser superior pra acreditar e o SANTA CRUZ pra torcer!!!”
Artur
20 de dezembro de 2006 às 17:37
Grande Edward, valeu por rememorar o “ateu moderno”! Soube, através de Enildo, que tem besta fubana no Rio e em Maceió. Em suma, a besta está parindo fubanas pelo Brasil.
Essa crônica saiu no site amador de futebol, “Futiba” (fundado em 1996-97), fundado por dois corintianos, Gil e Manolo. Eu escrevia a coluna Fora-do-Eixo. Esse site fez um certo sucesso, sendo apadrinhado por Juca Kfouri e Sócrates (o jogador). Era um site pauleira, onde discutíamos futebol, e era uma verdadeira metralhadora contra as sacanagens dos cartolas do fut brasileiro.
Enfim, lembro que o trecho da Besta Fubana foi inspirado do “Romance da Besta Fubana” do grande Luiz Berto, pernambucano de Palmares, senão me engano. Obra genial, realismo fantástico da Zona da Mata. Recomendo a leitura!
eurico
20 de dezembro de 2006 às 17:49
sábado tõ lá. alguém tem notícias de romerada?
sou sócio em dia!!! e você?
Ivan Patriota
20 de dezembro de 2006 às 18:06
Meu comentário está divido em 3 partes. A última é imperdível. Heheheh
1 – Edward, tirasse essa do fundo do baú. Não é possível. Chorei de novo lendo este texto. Estou no trabalho, e o povo tá perguntando se estou passando bem.
2 – A burrinha
Amigos, é com muita tristeza que anuncio o falecimento de Cláudia Ohana ou Vera Fisher – estes são os nomes da minha burrinha. Ora ela estava de peruca preta, ora estava de peruca loira, daí ela ser conhecida como Ohana ou Fisher.
As causas da morte da burrinha foram diversas. Começou no 2 X 0 em cima da Barbie, faz tempo, nos Aflitos. K2 foi o responsável pela primeira recaída de Ohana (neste dia ela estava de peruca preta). Após um pinote de 8 metros de altura em cima da burrinha, que estava louca, descabaçada e bêbada, caimos todos na comemoração do gol de falta de cabeção.
Depois disso vieram os demais jogos, mais quedas, mais remendos até que neste dia não dá mais para remendá-la. Vou adquirir uma nova, mais resistente, pronta para as batalhas de 2007.
3 – Coreografia para festa da confraternização
Gerrá pede para informar que na nossa confraternização, além de cachaça e música, vai ter dança. Ele mesmo criou uma coreografia e pede para que todos ensaiem em casa. Confiram no link abaixo (tem som):
http://www.elfyourself.com/?userid=3f40363b89e2cbeccf315adG06121908
marcelo beltrão
20 de dezembro de 2006 às 18:20
Parabéns, Perrussi ! Não deu para segurar a emoção. Me lembro como se fosse hoje ! Foi um sofrimento danado (tudo para o Santinha é difícil). Vou fazer o possível para ir ao mercado, no sábado. Não conheço ninguém, mas vou assim mesmo.
Carlos Alberto
20 de dezembro de 2006 às 18:23
O Santa vai ser campeão pernambucano e da Série B em 2007, com Givanildo de técnico e Marco Antônio de artilheiro. Tenho dito.
Danielle Leal
20 de dezembro de 2006 às 22:01
Bem q poderia ser no domingo…trabalho no sábado, mas boa diversão pra vc´s!
Essa confraternização tinha q acontecer!
Ao Edward, q bela lembrança, acho q devo até a gradecer…obg!!!
Qt ao Givanildo e o Marco Antônio, sei q muitos discordam, mas tb sou uma das q n os queria nesse momento de êxtase total, apenas n vejo isso como motivo para deixar de colaborar com o clube, já q vieram, vamos pensar no melhor!
Bosco
20 de dezembro de 2006 às 22:29
Perrusi meu velho,
pelo jeito vou criar uma facçao da besta fubana na espanha…
Julio Vila Nova
20 de dezembro de 2006 às 22:50
Samarone e Inácio, essa do Perrusi tem que entrar no livro. A confraternização vai ser arretada. Informo que é também o dia do Natal dos Poetas, evento da turma das letras marginais. Vai ter recital e lançamento de livros, Miró, Ericson Luna, Allan Sales, Tales Ribeiro e mais uma porrada de gente. O camarada Ivan Marinho, poeta dos bons, que vai estar lá, é Santa Cruz. O mercado da Boa Vista vai ser pequeno! Acho que vou dispensar os serviços da querida Dra. Maria do Carmo, gastroenterologista, que fez a deprimente estimativa de só me liberar pro álcool pelo carnaval, e olhe lá! Sexta-feira negocio com ela a antecipação do recesso etílico, não é possível!
insatisfeito
21 de dezembro de 2006 às 0:06
Allan Salles, que é um grande tricolor também!
Como vou estar a mais de 2000 km,
boa confraternização, blogueiros
marcelo beltrão
21 de dezembro de 2006 às 6:57
No site http://www.fanaticosporfutebol.com.br, existe um a pesquisa sobre a maior torcida do Brasil, entre internautas. Estamos em 11, atrás inclusive da coisa e da barbie. Vamos entrar lá, votar no Santinha e mostrar nossa força !
Cláudio Machado
21 de dezembro de 2006 às 7:26
Estou à quase uma semana no Recife e, ontem à noite, pela primeira vez um bande de Suzy vieram querer tirar onda comigo. Falei logo:
“Esse ano caímos pq em 2005 subimos sem ser campeão. Em 2007 vamos subir como campeões.”
Lucci
21 de dezembro de 2006 às 7:58
Claudio, gostei da desculpa! Simplesmente fantastica!
Abraco a todos do blog e feliz ano novo.
Rafael
21 de dezembro de 2006 às 8:57
Haverá ´´minha cobra´´ no carnaval Olindense?
Era uma boa ter prévia!
Bruno
21 de dezembro de 2006 às 9:42
CAMPANHA DE ARRUDA LOTADO NO JOGO DA ESTREIA DO PERNAMBUCANO!!
DIA 14/01/2007 TODOS NO ARRUDA!!!!
PRECISAMOS AJUDAR A DIRETORIA, COM BOAS RENDAS!!
SCFC!
Edward Oliveira
21 de dezembro de 2006 às 9:53
Esse bonequinho de Gerrá dançando tá uma greia!!!
Esse texto do Arthur e uma pérola mesmo!!! Nunca cansei de lê-lo apesar de já saber de cor e salteado.
sugeri ao Anizio que o colocaste como post pois assim mais pessoas poderiam ter acesso ao mesmo.
E sábado estarei lá, com “cerveja”, e levo a filmadora para o clip
Wilton Monteiro
21 de dezembro de 2006 às 11:09
Edward,
Vai te lascar…quer matar o seu amigo véio, é???
Sábado é dia de arranjar o leitinho dos tricolores WILLIAM E TIAGO, o bicho já está pegando aqui na loja, mas eu bem que vou tentar fugir..garanto.
Valeu, amigo!
O Analista - DF
21 de dezembro de 2006 às 11:45
Gerrá,
Preciso de um grande favor seu, ou melhor, três:
1 – Um CD de Ciço Gato.
2 – Um CD de Babau do Pandeiro. Agora, tem que ter o sucesso – Bebe Água Galinha.
3 – Adquirir um padrão completo do Tricolor para a minha pirralha. Ela vai completar 07 meses e ainda não vestiu o manto Coral. Tem que ter meião, calção, camisa e boné/chapéu. Ah, não serve da Inferno coral não!
#Caso você se disponha a garimpar os 03 itens, peço informar Ag. e conta para o devido acerto. Também informo, que a encomenda não carece de muita urgência não, basta mandar amanhã, DIA 23.12.2006. Caso contrário, desejo apenas que você apodreça, ad eternum, no fogo do inferno e que seus herdeiros torçam pela ‘coisa do mangue’. É brincadeira mermão!
Um forte abraço pra você, sua família e pra todo o pessoal da Sanfona Coral.
#Ah, é muito bom lembrar: ÁGUA DEMAIS MATA A PLANTA!
#Fala pra Samarone que ele já tá merecendo o título de Lombisomem do Poço da Panela. Pense num cabra feio! Pensou? Agora multiplique por 7.
FELIZ NATAL E SAUDAÇÕES TRICOLORES!
Gerrá
21 de dezembro de 2006 às 11:58
ivan, pega aqui na MINHA COBRA.
blz analista, boa entrada de anos pra vcs.
rafael, bora botar a MINHA COBRA na rua de novo.
Galdino
21 de dezembro de 2006 às 12:02
Vi no site da coralnet a frustração de Fred Arruda com o, até então, pequeno número de tricolores que procuraram o Clube para se associar ou saldar suas dívidas.
Fred Arruda.
Precisamos acordar a MASSA através de uma VERDADEIRA CAMPANHA DE SÓCIOS.
Até agora quem colaborou fomos nós, tricolores apaixonados, naturalmente engajados e que nunca se afastaram do Clube. Não precisamos de motivação para ajudar.
Acontece que a maioria está lá fora, bem distante do Clube, nos morros, no interior do Estado. Essa turma precisa sim ser motivada.
Se o Clube continuar com essa PROPAGANDA BOCA A BOCA, não vamos atingir os 10.000 sócios nunca.
CAMPANHA DE SÓCIOS DE VERDADE.
Fabiano Pinheiro
21 de dezembro de 2006 às 12:03
Pra não vai pra ir no sábado. Estarei de serviço.
Não li o texto de Perrucci. Já o conheço, tenho cópia em casa, mas nunca o consigo terminar sem cair no choro.
Precisamos trabalhar uma grande promoção para o jogo de estréia do Santa no Pernanbucano.
ducaldo
21 de dezembro de 2006 às 12:13
Eu já estive no grupo dos que queriam ver Givanildo longe do Arruda, mas revi meu posicionamento.
Todos os desatinos cometidos por Jatobá e sua gang dão uma idéia do que ele teve que aguentar após o afastamento de Edinho e outros nomes da direção do clube.
É sabido que, mais de uma vez, ele teve que segurar insatisfação do elenco com salários atrasados; que não foi atendido em muitos pedidos de contratação de jogadores, tendo engolir muitos sapos que não pediu; se não me engano Edinho saldou débitos antigos do clube para com ele. Ele conseguiu segurar o time mesmo com a competente ajuda da “administração Romerito” e tem todos os méritos nas conquistas de 2005 e pouca ( ou quase nenhuma) responsabilidade pelo que aconteceu em 2006. Depois da sua saída Romerito escancarou sua verdadeira face e foi o desastre que se viu.Todo bom tricolor sabe quem é que deve ficar afastado do clube, se Deus quiser, para sempre.
Ademais, toda a sua história como jogador do Mais Querido não pode ser esquecida. Foi formado nas nossas bases, participou decisivamente da época mais gloriosa do Tricolor do Arruda, e isso não pode ser apagado por passagens acidentais e temporárias pela coisa ou pela barbie. Seu nome vai ser sempre e pincipalmente vinculado ao Santa cruz.
Eu proponho aos insatisfeitos com a sua contratação que tentem um empreguinho na empresa (KKKK) do ex-presidente; experimentem trabalhar sob as ordens do Jatobá e vejam quanto tempo aguentam.
Quanto ao Marco Antônio, tenho alguma dúvida se ele vai ter um bom desempenho, e só. Após voltar do exterior foi contratado pelo time que dispunha de mais recursos para isso; não me consta que ele tenha feito questão de ir para a “coisa” ou tenha menosprezado o Santinha. Declarações de jogador de futebol e m**** ´são a mesma coisa, e além disso se ele estava na Hello Kitty deveria chegar na imprensa e dizer que estava torcendo pelos maiores rivais? Dá licença….
Deixar de contribuir para o clube neste momento não é coisa que se faça. Trata-se de uma operação de salvamento e nenhum tricolor de verdade pode se omitir.